Oração coordenada assindética e oração coordenada copulativa sindética
A primeira oração de uma frase onde se estabelece uma relação de coordenação pode ser considerada coordenada assindética?
Ex.: «O João foi ao Porto e observou o teatro Rivoli.»
1— «O João foi ao Porto» é uma oração coordenada assindética.
2— «e observou o teatro Rivoli» é uma oração coordenada copulativa sindética.
Obrigada pela atenção.
O provérbio «quem vê caras...», novamente
Gostaria de saber a explicação do provérbio «Quem vê cara não vê coração».
A palavra cálice em sentido figurado
No site do Dicionário da Língua Portuguesa, ao pesquisar a palavra cálice, pode-se verificar que, em sentido figurado, este termo é sinónimo de «sofrimento moral; humilhação». Daí Cristo dizer: «Pai, afasta de Mim este cálice» (Mt 26, 39. 42; Mc 14, 36; Lc 22, 42). Gostaria de saber qual a origem desta comparação entre o cálice e o sofrimento. Será algum hebraísmo?
Muito grata pela atenção dispensada.
A etimologia de diabo
Gostaria de saber a etimologia de diabo. Será "dia" + "bolo" por oposição a "sym" + "bolo" (símbolo)? Muito agradeço mais uma das lições quotidianamente recebidas via Internet.
Orações adversativas ‘vs.’ orações concessivas
Parabéns pelo site. É uma ferramenta à qual recorro constantemente. Já há bastante tempo que me surgiu a dúvida em relação à diferença entre as orações coordenadas adversativas (exprimem uma oposição) e as subordinadas concessivas (oposição). Já consultei inúmeras gramáticas e, mesmo numa de Maria Isabel Hub(?) (e outras), não consegui perceber.
Qual então a diferença? Obrigado.
Advérbios que atraem os pronomes átonos (próclise)
«A próclise é de rigor quando o verbo vem antecedido de certos advérbios (ainda, já, sempre, só, talvez, etc), ou expressões adverbiais, e não há pausa que os separe.»
A minha dúvida é esse etc. Quais são os advérbios que atraem os pronomes?
Felicidades pelo vosso trabalho!
Obrigado!
Relações fonéticas e gráficas entre palavras
Gostaria que me ajudassem a esclarecer algumas dúvidas relativamente aos conceitos de homonímia e homografia. São conceitos que nunca me suscitaram quaisquer dúvidas, mas ao ler as definições da TLEBS, fiquei confusa. De acordo com a TLEBS, a homografia é a «propriedade semântica característica de duas unidades lexicais que possuem a mesma forma gráfica (homógrafos), formas fonéticas idênticas, mas conservando significados diferentes». O exemplo dado é: «canto – verbo cantar, presente do indicativo, 1.ª p.s. canto – substantivo masculino» A homonímia é definida como a «propriedade semântica característica de duas unidades lexicais que partilham a mesma grafia e/ou a mesma pronúncia, mas que conservam significados distintos». Os exemplos dados são: «Existe homonímia entre: sede – vontade de beber sede – local Existe homonímia entre: canto – verbo cantar, presente do indicativo, 1.ª p.s. canto – substantivo masculino» Julgava que as palavras homófonas se caracterizavam pelas formas fonéticas iguais, tendo, no entanto, formas gráficas e significados diferentes (ex: “conselho”/ “concelho”); e que as palavras homónimas se caracterizavam pelas formas fonéticas e gráficas iguais, mantendo significados diferentes (ex: canto/canto). Assim sendo, consideraria “sede”/”sede” palavras homógrafas, uma vez que apresentam formas fonéticas diferentes ([ɛ] vogal semiaberta e [e] vogal semifechada) e significados diferentes e formas gráficas iguais. Além disso, não consideraria “canto”/”canto” palavras homógrafas, mas sim homónimas.
Concordância com «a gente»
Quando fazemos uma frase com o termo «a gente», como deveremos compor a frase?
Ex.: «Quando a gente era garotos», ou «quando a gente era garota»?
A dúvida é se «a gente» deve ser conjugado no singular ou plural e qual o género.
Próclise e ênclise, outra vez
Prezados, do ponto de vista gramatical, estaria correto dizer «nos colocamos à sua disposição (...)», ou melhor seria dizer «colocamo-nos à sua disposição (...)».
Desde já, agradeço a ajuda.
O feminino de tubarão
Qual é o feminino de tubarão?
