«Independência sintáctica da frase»
Expliquem-me, por favor, o que se entende por «independência sintáctica da frase».
O ensino dos tempos compostos no indicativo a alunos de 6.º ano
Sou estagiária e brevemente tenho de ensinar os tempos compostos no indicativo a alunos de 6.º ano, alguns com necessidades educativas especiais.
Gostava de ter uma opinião acerca da melhor forma de abordar o assunto.
A escolha das palavras
A minha pergunta talvez seja absurda e por isso peço-vos desde já desculpa por isso.
Tenho o hábito de escrever e por vezes consulto o dicionário, mas, sempre que procuro alguma palavra no dicionário fico sempre a pensar qual das que me aconselha o dicionário devo usar. Claro que (espero não estar a dizer uma asneira) muitas das vezes devemos usar aquela que nos soa melhor, que dá mais ritmo ao texto, etc., mas a minha dúvida é sempre esta: em textos que não quero que sejam ambíguos, que critério devo usar na escolha da palavra? Isto é, há palavras que têm vários significados, e muitas delas querem dizer o mesmo; por conseguinte, como posso saber qual delas é a que se refere melhor àquilo que eu quero dizer, isto é, a mais genuína, se é que me faço entender?
A tradução do anglicismo pack + vosso, novamente
Gostaria de saber qual a melhor tradução para substituir o anglicismo pack. Encontrei em dicionários traduções como «pacote», «fardo», etc. Por exemplo, como devo dizer para substituir pack numa frase como: «Comprei um pack de cervejas»?
Desde já, obrigado. E continuem com o vosso (ou deveria ser "seu"?) bom trabalho.
Sobre a derivação imprópria
Celso Cunha diz na gramática dele que ocorre derivação imprópria (conversão) quando, entre outras coisas, um substantivo pelo contexto se torna adjetivo; ex.: em «Comprei calças rosa para ele», rosa é adjetivo. No entanto, inúmeros sites de língua portuguesa colocam exemplo semelhante como rosa sendo substantivo, apesar de ter valor adjetivo. O que eu quero saber é simples: rosa é substantivo ou adjetivo e por quê?
Grato.
Sobre a reflexividade
Por que razão não há reflexividade nas línguas naturais?
O conceito de intensão
Na frase «... a TLEBS apresenta definições em intensão...», qual o sentido de intensão?
Obrigada.
Os estrangeirismos e a nova terminologia
À luz da nova terminologia, ainda existem «estrangeirismos»?
Coloco esta questão porque nalgumas gramáticas surge desta forma:
— as palavras que te parecem importadas de outra língua, não sofrendo alterações, são estrangeirismos;
— as palavras que sofreram, na língua portuguesa, um processo de adaptação a nível da grafia ou da pronúncia são empréstimos.
A locução subordinativa condicional «desde que»
Gostaria de saber qual o significado da expressão «desde que» nas seguintes frases:
«Desde que ela queira.»
«Ela já sabe que pode teclar com quem quiser desde que não me traia.»
«Tantos quantos estiveram...»
Vi na gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra que o pronome relativo quanto só se refere aos indefinidos todo (a/s) e tudo. Mas e quanto ao tanto (a/s), por exemplo: «Tantos quantos estiveram aqui hoje passarão na prova»? Afinal, o relativo quanto pode se referir a que termo anterior? Grato.
