As contrações à e ao na criação de locuções
Há regras de como criar locuções a partir das contrações à e ao?
A exemplo, temos «à ajuda» em «A casa foi construída à ajuda»: não é uma locução definida nos dicionários, por exemplo, mas realmente está correta como locução?
Obrigado.
Aumentativo de blusa
Blusão é aumentativo de blusa?
O nome pátrio de Maldivas
De entre as formas contempladas, qual a etimologicamente mais correta para designar um natural das ilhas Maldivas?
Os meus agradecimentos.
«É pena» + infinitivo
Estão corretas as frases «É pena ele tê-la abandonado» e «É pena tu tere-la abandonado»?
Obrigado.
Comparativo: «mais bem do que mal»
É correto dizer «Falaste mais bem dele do que mal» ou dever-se-ia dizer: «Falaste melhor...»?
Efetivamente, o senso comum diz-nos que, quando o verbo não está no particípio passado, se deve dizer melhor. No entanto, no entender de alguns puristas como Sá Nogueira, melhor é comparativo de «mais bom» e nunca de «mais bem», como julgo que afirmam numa das vossas respostas.
Mesmo assim, esta posição será válida?
Tendo fundamento, devemos ser nós mais puristas ou laxistas?
Malgrado a insistência neste tópico que se faz presente nas respostas inúmeras dadas aqui na página, gostaria que me elucidassem (e, se o assunto for polémico e não se importarem, debatessem) as minhas dúvidas.
Um bem-haja a todos os consultores!
O uso de fera
Cumprimento-os, desejoso de que todos desfrutem de boa saúde física e emocional.
Surgiu uma dúvida quanto ao plural do vocábulo fera, usado como adjetivo.
O correto é dizer-se: «Os alunos são fera» ou «Os alunos são feras»?
Pergunto isso, partindo-se do pressuposto de que os substantivos, quando funcionam como adjetivos, não se flexionam em número.
Desde já, agradeço-lhes os vastos esclarecimentos.
Elipse de verbo e preposição: «gosta dos mesmos pintores que Caio»
Na frase «João admira os mesmos pintores que Caio», entende-se que houve a elipse de «admira», isto é, «[…] que Caio (admira)».
Mas estaria igualmente correta uma frase como «João gosta dos mesmos pintores que Caio», considerando-se que o verbo «gostar» pede objeto indireto?
Se considerássemos somente a elipse do verbo, teríamos esta frase agramatical:
*«João gosta dos mesmos pintores que Caio (gosta)».
Ou seja, há que pressupor também a elipse da preposição de:
«João gosta dos mesmo pintores (de) que Caio (gosta)».
É pressuposto aceitável? Está correta a frase «João gosta dos mesmos pintores que Caio»? Se não, que torneios devemos dar à frase para corrigi-la?
Agradeço desde já quaisquer esclarecimentos.
Linhas mestras e linhas-mestras
Diz-se e escreve-se "linhas-mestres" ou "linhas-mestras"?
Já agora, com ou sem hífen?
Muito obrigado.
«Do tempo em que» e «de quando»
Gostaria, por gentileza, de uma orientação sobre poder ou não suprimir o substantivo (no caso tempo) em construções como os exemplos abaixo:
«Só gosto de músicas de quando eu era criança.»
«Só gosto de músicas do tempo quando eu era criança.»
Daí, fica a dúvida qual das duas construções está correta ou ambas estão?
Obrigado.
A expressão «neste conspecto»
Qual o significado da expressão «neste conspecto», muitas vezes utilizada pelos tribunais?
Por exemplo:
«Quando o despejo tenha por fundamento a falta de pagamento de rendas, encargos ou despesas, a decisão de promoção da correspondente execução deve ser tomada em simultâneo com a decisão do despejo, o que significa que é conferida competência legal a um órgão administrativo para determinar, não apenas o despejo, mas a sua execução, e neste conspecto, o poder de decidir o despejo e de o executar, sob autotutela declarativa e executiva» – aqui.
