A divisão silábica de conseguia
A minha dúvida prende-se com a divisão silábica da palavra conseguia. Ao pesquisar a resposta, encontro con-se-gui-a ou con-se-guia e fico na dúvida se a palavra é trissílabo ou polissílabo.
Muito grata!
A regência dos verbos chamar e denominar (II)
Qual destas frases é a correta ?
1. «Ele é chamado Renato.»
2. "Ele é chamado de Renato.»
3. «Essa doença denomina-se câncer.»
4. «Essa doença denomina-se de câncer.»
Resumindo: com ou sem a preposição "de" ?
20 palavras formadas por derivação e por composição
Qual o processo de formação das seguintes palavras? Retrovisor; ciberespaço; passatempo; descobrimento; ternura; sociologia; trespassar; ilegal; vaivém; belas-artes; bem-me-quer; louvável; cooperar; saltitar; autocarro; desalmado; abraço; apadrinhar; flor da idade; agronomia e planalto.
Obrigada.
Identificação do complemento indireto em frase com o verbo dar
Está correto considerar que a expressão "a boatos" («Não dês ouvidos a boatos.») desempenha a função de complemento indireto e posso aceitar o teste: "Não lhes dês ouvidos" ?
Obrigado pelo vosso trabalho e tempo.
O uso do apóstrofo em pronomes pessoais referentes a divindades
Na utilização de pronomes pessoais referentes à divindade, são geralmente colocados com letra maiúscula: «…viemos adorá-Lo (Mt 2:2)», «…começaram a acusá-Lo (Lc 23:2)», «Amá-Lo com todo o coração». No entanto, alguns autores e tradutores colocam um apóstrofo no meio do pronome: «…viemos adorá-l’O », «…começaram a acusá-L’o», «Amá-l'O com todo o coração». Seria possível explicar se as duas formas estão corretas ou se apenas uma é válida?
Caixinha, palavra simples
Surgiu uma dúvida entre colegas, quando alguém afirmou que a palavra "caixinha" não era uma palavra derivada por sufixação. Teria sido numa formação sobre a Nova Gramática do Português Contemporâneo, [na qual] aprendera tal regra. Fomos investigar, mas não encontrámos nenhuma regra que nos orientasse nesse sentido. Ora, lembrei-me do Ciberdúvidas e que talvez tivesse uma resposta para a nossa pergunta. Aguardo ou aguardamos ansiosamente a vossa resposta!
Agradeço desde já a vossa disponibilidade e o excelente trabalho que realizam nesta página.
«Sou a enviar...»
Leio com crescente frequência a utilização do verbo "ser" onde sempre foi corrente o recurso ao verbo "estar". Por exemplo, numa mensagem de e-mail com um anexo, por vezes surge o texto «Sou a enviar em anexo (...)».
É correto, ou esta tendência resulta de más traduções de outras línguas onde não há esta distinção ser/estar e que acabam por ser incorretamente adotadas pelos portugueses?
O verbo vir como auxiliar
Posso conjugar somente o verbo vir? Alguns verbos são ruins de conjugar, principalmente no subjuntivo/conjuntivo. Então eu uso o verbo vir, para não haver erro. Ex: em vez de conjugar a primeira pessoa do singular do verbo reaver no pretérito imperfeito do subjuntivo como "se eu reouvesse", eu costumo usar "se eu viesse a reaver". É correto? Posso usar em todos os verbos?
«Por favor» + imperativo formal
Após a locução «Por favor», põe-se o verbo no infinitivo ou no imperativo: «Por favor + fazer» (verbo no infinitivo)
ou «Por favor + faça» (verbo no imperativo)?
Elle, delle e ele em verbos impessoais
No trecho abaixo, pode-se dizer que "elle" e "delle" atuam como pronome relativo, pois se referem a "Projecto de Constituição"? «Nós quanto antes jurassemos e fizessemos jurar o Projecto de Constituição, [...] mostrando o grande desejo, que tinham, de que elle se observasse já como Constituição do Imperio [...] e delle esperarem a sua individual, e geral felicidade Politica.»
Fonte: Constituição Política do Império do Brazil de 25 de março de de 1824.
Minha maior dúvida, contudo, não é essa e, sim, das relações históricas de utilização de tais pronomes. Certa vez, uma professora afirmou que em português arcaico "elle" era utilizado em orações sem sujeitos, tais como: chove, faz frio. Assim, segundo ela, eram utilizadas construções sintáticas como: «Elle Chove»; «Elle faz frio». Neste caso, "elle" referir-se-ia a um ser abstrato da natureza, algo metafísico, de cuja existência não se tem certeza. Isso procede? Nunca achei nenhuma referência que confirmasse tal alegação.
De qualquer maneira, agradeço a atenção.
