«Água do mar» e «água de mar»
Qual a forma correta: «água do mar» ou «água de mar»?
O contraste entre os verbos pensar e achar
Existe realmente uma diferença entre os verbos pensar e achar? Em alguns sites tentam separá-los, principalmente para ensino de português como língua estrangeira, mas como nativo a única diferença que vejo é que pensar é usado para situações como provas, redações e maior formalidade e achar para situações corriqueiras, não impedindo que pensar entre no lugar de achar.
Obrigado.
A origem de briol
Qual a origem da palavra briol, no sentido de «muito frio»?
Escolho, no plural, como se pronuncia?
Podem esclarecer-me como se pronuncia o plural de escolho? Deve pronunciar "escólhos" ou "escôlhos"?
Obrigado.
O verbo telefonar rege-se com complemento indireto
Uma pergunta inusitada mas com pertinência circunstancial: deve dizer-se «Eu telefono-a» ou «Eu telefono-lhe».
O segundo modo é o corrente. Por que motivo?
Obrigado.
O pretérito perfeito do indicativo explicado a estrangeiros
No ensino de Português a estrangeiros como justificar o uso do pretérito perfeito numa situação passada que se prolonga no presente, como no seguinte caso: «sempre foste gordo»?
A obrigatoriedade da conjunção e na escrita dos numerais
Pode dizer-se «duzentos cinquenta», «quinhentos cinquenta», etc., ou tem de dizer-se «duzentos e cinquenta», «quinhentos e cinquenta», etc.? Há alguma regra que explique a presença do «e» em «vinte e quatro» e a sua ausência em «vinte cinco»?
O latinismo vico
Como bem sabido, as terminações -us do latim são, de praxe, transcritas no português como -o para uma enorme quantidade de termos e nomes, tanto da antroponímia como da toponímia. Gostaria de saber, considerando esse dado, se poderíamos admitir que vicus é passível de ser escrito como vico para determinar o termo romano para pequeno assentamento/aldeia e a unidade administração vinculada a este tipo de estrutura urbana. Bem sei que pagus [aldeia; pequena unidade administrativa] já chegou ao português desde muito cedo no português como pago (o que reforça o que disse acima), mas ainda me faltam fontes para vicus, mesmo sabendo que é tendência essa alteração.
O presente do indicativo em orações condicionais de valor genérico
Eu leio há muito tempo em textos técnicos de Matemática construções do tipo «Se um conjunto é finito, então qualquer subconjunto deste também é». Ou, quando muito, «Se um conjunto for finito, então qualquer subconjunto deste também é.» Essas parecem-me erradas (um erro aparentemente oriundo de um anglicismo). A que me parece correta é a seguinte: «Se um conjunto for finito, então qualquer subconjunto deste também será.»
Assim, tenho esta dúvida: em uma frase condicional do tipo «Se (...), então (...)», o verbo na oração subordinada deve necessariamente estar conjugado no modo conjuntivo? Ademais, pode-se estabelecer alguma relação a priori entre os tempos nos quais os verbos das orações principal e subordinada são conjugados?
Agradeço desde já.
O plural de instituição-mãe
Qual o plural de «instituição mãe»? Li o vosso artigo sobre o plural de nomes compostos mas não fiquei esclarecida quanto à regra a usar. Nem sei se deve ter hífen ou não e se o hífen muda alguma coisa.
Grata pela atenção.
