A confusão entre o infinitivo pessoal e o futuro do conjuntivo
No que concerne ao infinitivo pessoal, o meu livro diz que se usa com: 1) expressões impessoais («É preciso ires ao supermercado»); 2) preposições («Ao ouvir as notícias, o Leonardo ficou preocupado»; «Não saiam de casa sem eu chegar»); 3) locuções prepositivas («Apesar de serem muitos ricos, não gostam de gastar dinheiro»).
No que concerne às locuções prepositivas, o meu livro dá alguns exemplos do infinitivo pessoal que não consigo entender. «Depois de estudares tudo, podes sair.» O livro diz que nessa frase é usado o infinitivo pessoal, mas na minha opinião é usado o futuro do conjuntivo, já que dá a impressão que é uma ação que vai acontecer no futuro (é a mesma coisa de '«Quando terminares [futuro do conjuntivo] de estudar, poderás sair»).
Podem dar-me alguns exemplos de "Antes de/Depois de + infinitivo pessoal''?
Obrigada pela vossa ajuda.
A obscura origem do vocábulo soco
Qual é a origem do termo "soco"? É um termo usado em Portugal também?
A propósito do pronome pessoal mim
Gostaria de pedir esclarecimento sobre algumas dúvidas relativas ao pronome “mim” e funções sintáticas. No tocante ao pronome, geralmente, desempenha a função de objeto indireto, claramente, com verbos que requeiram esse tipo de complemento. Contudo, uma inquietação surgiu-me quando encontrei a seguinte construção: «Ninguém mandou aqui a mim».
Primeiro, queria saber se a construção é gramatical e por que razão?
Segundo, gostaria que me esclarecessem a função sintática que o “mim” desempenha na construção em causa, pois, apesar de geralmente desempenhar a função de objeto indireto, parece-me que não é essa a função que lhe foi atribuída aqui.
Ainda na mesma linha, gostaria de obter algum julgamento sobre o uso da expressão «mulher de mim».
Por último, queria também poder perceber a função sintática dos argumentos verbais nos trechos que se seguem, obtendo, se possível, a respetiva justificação. a) «Nas cenas do Auto da Lusitânia atuam as personagens Todo o Mundo e Ninguém.» b) «Essa guerra acontece na cabeça dele.» c) «Jet Li atua em Os Mercenários.»
Antecipadamente obrigado.
Sobre a vírgula
Existem já várias publicações sobre isto, mas continuo na dúvida... Uma das «regras» que permite colocar vírgula após a conjunção «e» é haver uma numeração e a seguir mudar de assunto, correto? Neste exemplos concretos, estaria bem colocada ou seria melhor não colocar? É uma regra obrigatória ou opcional? «Ela sentou-se, ajeitou a cadeira, pegou no lápis e nos marcadores, e começou a escrever.» «Ele era autor de esculturas lindas e maravilhosas, e, como tal, respeitado por todos.»
A vírgula obrigatória antes das orações subordinadas adjetivas relativas
Esta frase está correta? Existe alguma obrigatoriedade de ser virgulada, ou poderia perfeitamente não ter vírgula? «Pede ajuda ao mago, que, com a sua experiência, a auxilia na resolução desse problema.»
Obrigada
Permitamo-nos
Tenho encontrado em vários espaços o presente do conjuntivo da conjugação pronominal, 1.ª pessoa do plural, escrito da seguinte forma: "permitamos-nos". Como eu sempre escrevi permitamo-nos, gostaria que me esclarecessem acerca da sua grafia e qual das formas está correta.
A função sintática de «... com lentidão...»
Na frase «De cócoras, em linha, os calceteiros, com lentidão, terrosos e grosseiros...», qual é a função sintática de «com lentidão»?
«Férias/ofertas são na Bahia»
Na publicidade vejo diversas construções como "Férias é na Bahia" ou "Ofertas é aqui". Penso que estes verbos deveriam ir pro plural, correto?
Precondicionamento
Devemos escrever «pré-condicionamento» ou «precondicionamento»? E porquê?
Obrigado e parabéns pelo vosso trabalho.
Sobre a colocação do advérbio mais
Uso de «mais um ingresso» ou «um ingresso mais». Gostaria de saber qual desses é o mais correto ou se gramaticalmente estão corretos os dois.
Obrigada.
