Função sintática do pronome cujo
Minha dúvida está na seguinte frase: «A casa, cuja demolição causou estrago, já era bem velha.»
Surgiram duas dúvidas: uma é sobre a regência do verbo causar, isto é, não deveria existir uma preposição antes de cuja? Por exemplo: «A casa a cuja demolição...». E a outra é sobre a função sintática. Recorri a meios e disseram-me que a função sintática da palavra cujo é de adjunto adnominal, porém o sentido não parece ser de posse («A demolição da casa...»).
Gostaria que sanassem essa dúvida.
Desde já, muito obrigado.
O uso dos pronomes pessoais átonos e tónicos
Como se deve dizer ou escrever: «Entre eu e tu não há divergências» ou «Entre mim e ti não há divergências»?
Concordância adjetival : no singular ou no plural
«...anexo esta sebenta que é um conjunto de textos, documentos, orientações e apontamentos importante para a disciplina de ...»
A palavra «importante» fica no singular («conjunto») ou no plural («textos, documentos...».)?
Trave-mestra
Numa resposta anterior do Ciberdúvidas, diz-se que se deve escreve «trave mestra» e não «trave-mestra». No entanto, o dicionário da Infopédia indica que se deve escrever «trave-mestra», e parece-me fazer sentido que assim seja.
Podem explicar melhor, por favor?
Muito obrigado pelo vosso trabalho!
Flambar , flambear , flamar
Por favor, como devo dizer quando deito um álcool por cima de qualquer alimento e depois lhe deito fogo, estou a flamejar ou a flambear?
Obrigado
O pronome relativo que como sujeito de oração
Gostava que me dissessem qual a função sintática desempenhada pelo pronome relativo "que" na frase «O mesmo sol que abre os céus» [Mensagem, Fernando Pessoa].
A concordância do pronome relativo que com o seu antecedente
Qual a concordância correta: «ele adquire conhecimentos que o torna capaz de...» ou «ele adquire conhecimentos que o tornam capaz de...»?
Sujeito no plural, verbo no plural
A minha pergunta prende-se com a hipótese de concordar certas palavras em número. Por exemplo, nesta frase: «Primeiro melhora-se as componentes individuais», deve o verbo melhorar ser escrito desta forma, ou assim: «melhoram-se», fazendo a concordância em número com o complemento direto?
O esquema rimático do soneto Ser Poeta, de Florbela Espanca
No poema Ser Poeta, de Florbela Espanca, cujo esquema rimático é ABBA ABBA CDC EDE, é correto considerar que nas duas últimas estrofes temos rimas cruzadas em C e E, assim como interpoladas em D, apesar desta última se encontrar presente em estrofes diferentes?
O esquema rimático pode ser feito de uma estrofe para outra?
Sem-vergonha ≠ sem vergonha + sem-teto ≠ sem teto
É fato que o Acordo Ortográfico nos deixa com a pulga atrás da orelha em certas ocasiões. O tema desta pergunta [sobre o uso do hífen] é um tanto quanto difícil para muitos. Eu, pessoalmente, ainda não entendo o 5.º tópico desse tema: «Emprega-se o hífen nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem: além-Atlântico, além-mar, além-fronteiras; aquém-mar, aquém-Pirenéus; recém- casado, recém-nascido; sem-cerimônia, sem-número, sem-vergonha».
Tanto no 4.º quanto neste tenho uma certa dificuldade. Como saber se usa-se hífen ou não? Exemplos: «Ele é um homem muito sem-vergonha!» Todos sabemos que se usa o hífen neste caso. «Aqueles são filmes sem censura.» Usa-se hífen?
«Ele é sem-teto.» Sabemos que se usa.
«Ele é um guerreiro valente! Um homem sem medo!» Usa-se?
Enfim, gostaria de vossa ajuda, de entender bem essa nova regra.
Os meus agradecimentos.
