na frase «Não o sou agora»
O, demonstrativo invariável,
na frase «Não o sou agora»
na frase «Não o sou agora»
Qual das frases a seguir está correta? Ou ambas estão?
«Eu sou a Camila do conto. Mas não a sou agora.»
«"Eu sou a Camila do conto. Mas não o sou agora.»
Obrigado.
Desejo um feliz Natal e um excelente 2019, com saúde e paz, a todos os que trabalham para que Ciberdúvidas seja o que é!
O ditongo ei em Portugal
Sou brasileiro e fascinado por idiomas, e o português não fica longe desse fascínio apenas por ser minha língua materna. Muito pelo contrário! Adoro ouvir e aprender as diferenças entre as variantes da nossa língua: o dialeto europeu, os dialetos africanos, assim como os mil e um sotaques do dialeto brasileiro.
Mas enfim, sendo mais direto, ao ouvir o português de Portugal, tenho um pouco de dificuldade em entender exatamente como é pronunciado o ditongo EI (como em manteiga, beira, eira, maneira, feira, etc.), soando na maioria das vezes como /éi/, porém as vezes também me soando como /ai/ (como o ei é pronunciado no alemão, por exemplo). Eu já tinha essa dúvida há um tempo, mas decidi finalmente perguntar algo sobre após ouvir várias vezes a voz sintética do iPhone (em português de Portugal) pronunciar os dias da semana, onde a palavra feira me soa perfeitamente como “faira”.
Fato inegável é que, de maneira ou outra, é bem diferente do dialeto brasileiro, onde EI se pronuncia /êi/ ou em alguns casos, /ê/.
Mas, assim, o que devo concluir sobre a pronúncia portuguesa?
O pronome pessoal átono numa frase introduzida por «mais uma vez»
Qual seria a frase mais correta? E porquê?
«Mais uma vez lhe agradeço...», ou «Mais uma vez agradeço-lhe...»?
Obrigada.
Os pronomes relativos com preposição
«a que» e «à qual»
«a que» e «à qual»
Gostaria de saber qual o emprego correto dos pronomes relativos na seguinte frase:
«A seguradora "a que ou à qual" pagamos o seguro do carro faliu.»
Entendo que «à qual» ocorre porque se entende o verbo pagar como VTDI [verbo transitivo direto e indireto], ou seja, paga-se algo (o seguro do carro) a alguém (a seguradora). Porém, não entendo por que poderá ocorrer «a que».
As vogais átonas do nome próprio Antioquia
Eu era um dos muitos que pronunciavam a palavra Antioquia como "Antióquia": aliás, eu até colocava o acento.
Recentemente percebi que a sílaba tónica era o qui e não o o, mas no entanto uma dúvida persistiu:
Lê-se "AntiuQUÍa" [ɐ̃tiu'kiɐ], ou "AntióQUÍa" [ɐ̃tiɔ'kiɐ]? A segunda sílaba tónica é ti?
Muito obrigado!
O adjetivo eudemónico
Poder-se-ão considerar corretos estes dois termos (que são usados como referências ao conceito de bem-estar): "eudaimónico" e "eudemónico"?
Por exemplo, na Infopédia, não se encontra o termo "eudaimónico", mas apenas o termo "eudemónico". Já uma pesquisa no Google pelo termo "eudaimónico" devolve 14100 resultados, ao passo que a pesquisa do termo "eudemónico" devolve menos 2800 resultados (i.e., 11300).
Boa noite a todos
vs. Boa noite a todos e a todas
vs. Boa noite a todos e a todas
Desde há algum tempo que venho ouvindo dizer em reuniões "Boa noite a todos e todas". Para mim, isto é um absurdo, uma vez que me parece que a palavra "todos" como quantificador universal, já inclui ambos os sexos. Estou certa ou de facto é correto afirmar "todos e todas". Agradecia o esclarecimento desta dúvida.
Os melhores cumprimentos
«O meu obrigado»
É sabido que agradecer com Obrigado ou Obrigada varia conforme o género da pessoa que o diz. No entanto, deparei-me com a seguinte dúvida:
A frase «Desde já, o meu muito obrigado», caso seja uma mulher a dizê-lo, varia para «Desde já, o meu muito obrigada», ou mantém-se o masculino?
«Não porque me apeteça»
vs. «não porque me apetece»
vs. «não porque me apetece»
Procurei informação sobre o tempo e modo seleccionados pela estrutura "não porque (...), mas porque" em algumas gramáticas, mas não encontrei informação sobre este caso específico. A minha dúvida prende-se principalmente sobre o modo seleccionado pela primeira parte da estrutura, que alguns manuais e sítios da Internet afirmam ter de ser o modo conjuntivo. Assim, seria possível dizer: Vou à praia, não porque me apeteça, mas porque me faz bem. Mas não seria correcto dizer: Vou à praia, não porque me apetece, mas porque me faz bem.
Agradeço antecipadamente a sua ajuda nesta questão.
[N. E. – Manteve-se a ortografia utilizada pelo consulente, a qual é anterior à atualmente em vigor.]
A regência do adjetivo costumado
Antes de mais, deixo o meu elogio a toda a equipa do Ciberdúvidas pelo brilhante trabalho que tem vindo a desenvolver. Seguidamente, o meu pedido de esclarecimento.
Na frase «O cavalo que andava costumado às escaramuças (....)» [ retirada de Contos Tradicionais do Povo Português, Teófilo Braga], qual é a função sintática do constituinte «às escaramuças»?
Agradeço antecipadamente a vossa resposta.
