DÚVIDAS

Sobre a etimologia do verbo destacar
O verbo destacar, a sua regência, quando se emprega pronominalmente, pede a preposição a ou em? «A Ana destaca-se a Biologia.» «A Ana destaca-se em Biologia.» Ambas as construções estão corretas? Nessa acepção, o verbo destacar é galicismo? A sua derivação regressiva é destaque? Destaque é igualmente considerado como galicismo? Desde já muito grato ao vosso excelente trabalho.
Complementos e modificadores dos nomes redondilha, soneto e poesia
Na frase: «As redondilhas da lírica tradicional de Camões têm influência da poesia palaciana.» qual a função sintática desempenhada pelos constituintes: «da lírica tradicional», «de Camões» e «palaciana»? E na frase: «O soneto petrarquista influenciou Camões» qual a função sintática de «petrarquista»? E ainda na frase: «A poesia camoniana apresenta marcas clássicas» [o que são] «camoniana» e «clássicas»? Grata pela atenção.
«Pensar/acreditar em....»
vs. «pensar/acreditar que...»
Nas frases "Ele pensou que ela não voltaria tão cedo." ou "Todos acreditaram que a verdade viria à superfície.", as orações completivas desempenham a função de complemento oblíquo ou complemento direto? Dado que os verbos "pensar" e "acreditar" selecionam a preposição "em", parece-me que a substituição pelo pronome "isso" resulta agramatical: "Ele pensou isso." ou "Ele acreditou isso." Não deverá dizer-se "Ele pensou nisso." ou "Ele acreditou nisso." ? Inclino-me mais para que sejam complementos oblíquos mas posso estar enganada. Obrigada.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa