Sobre a etimologia do verbo destacar
O verbo destacar, a sua regência, quando se emprega pronominalmente, pede a preposição a ou em?
«A Ana destaca-se a Biologia.»
«A Ana destaca-se em Biologia.»
Ambas as construções estão corretas?
Nessa acepção, o verbo destacar é galicismo? A sua derivação regressiva é destaque?
Destaque é igualmente considerado como galicismo?
Desde já muito grato ao vosso excelente trabalho.
O composto manga-pagode
Deve escrever-se «manga pagode», «manga-pagode», «manga de pagode», «manga à pagode»?
A polissemia do verbo explorar
Gostaria de saber se o verbo explorar no sentido de «pesquisar; investigar» tem a mesma raiz que explorar no sentido de «usar outrem ou algo para auferir algum benefício».
O verbo nas interrogativas introduzidas por qual (II)
Na frase «Qual o impacto da atenção na compreensão da leitura?», não é obrigatório escrever o verbo , neste caso, ser (é ou foi)?
A forma verbal entregámo-nos
Estou analisando um poema escrito em português de Portugal nos anos 90, e a colocação pronominal está acentuada da seguinte forma: "entregámo-nos", com acento agudo no "a".
Minha dúvida é: o verbo entregar, escrito dessa maneira, está em qual tempo verbal?
«Estar especificado» e «ser específico»
Diz-se: «não está especificado» ou «não está específico»?
Obrigado!
A expressão «coisa bondosa»
Está correto o uso do adjetivo bondosa com o sentido de bom, na frase seguinte?
«Ele costuma fazer o que ela pede. E ela pede só coisa bondosa.»
Complementos e modificadores dos nomes redondilha, soneto e poesia
Na frase:
«As redondilhas da lírica tradicional de Camões têm influência da poesia palaciana.»
qual a função sintática desempenhada pelos constituintes: «da lírica tradicional», «de Camões» e «palaciana»?
E na frase:
«O soneto petrarquista influenciou Camões»
qual a função sintática de «petrarquista»?
E ainda na frase:
«A poesia camoniana apresenta marcas clássicas»
[o que são] «camoniana» e «clássicas»?
Grata pela atenção.
«Pensar/acreditar em....»
vs. «pensar/acreditar que...»
vs. «pensar/acreditar que...»
Nas frases "Ele pensou que ela não voltaria tão cedo." ou "Todos acreditaram que a verdade viria à superfície.", as orações completivas desempenham a função de complemento oblíquo ou complemento direto?
Dado que os verbos "pensar" e "acreditar" selecionam a preposição "em", parece-me que a substituição pelo pronome "isso" resulta agramatical: "Ele pensou isso." ou "Ele acreditou isso." Não deverá dizer-se "Ele pensou nisso." ou "Ele acreditou nisso." ? Inclino-me mais para que sejam complementos oblíquos mas posso estar enganada.
Obrigada.
A pronúncia de indemnizar e subtil em Portugal
Em palavras como indemne, indemnizar, subtil, subtileza, o m e o b soam no português europeu?
Excelente o vosso trabalho.
