Os radicais do verbo pôr
“Po-”, “pu-”, “pus-”, “ponh-”, “punh-” são todos radicais do verbo “pôr”?
Verbo aparecer
Gostaria que me esclarecessem uma dúvida que surgiu relativamente à sintaxe do verbo aparecer. Na frase «Apareceu o anjo a José no Egito», a expressão «no Egito» desempenha a função sintática de complemento oblíquo, ou de modificador? Comparando com a sintaxe dos verbos que denotam movimento direcional tais como chegar ou entrar, poderá também este permitir a omissão do seu complemento oblíquo, ou devemos mesmo considerar que a noção de espaço, neste caso, prefigura um modificador?
Obrigada.
Infinitivo flexionado depois de adjectivo (susceptível e capaz)
Tenho a seguinte dúvida. Deve dizer-se «factos susceptíveis de constituir justa causa de despedimento», ou «factos susceptíveis de constituírem justa causa de despedimento»? De igual modo, «substâncias capazes de prejudicar a saúde», ou «substâncias capazes de prejudicarem a saúde»?
Muito obrigado.
Sintaxe – nova nomenclatura (II)
1. Na nova nomenclatura linguística, continua a usar-se a designação de complemento circunstancial? Será correcto dizer-se complemento preposicional circunstancial de companhia? 2. Continuam a usar-se as designações de predicado nominal e predicado verbal? 3. Ainda existe a designação de oração absoluta?
«A zero» ou «a zeros»?
Esta é uma dúvida recorrente que tenho e para a qual ainda não consegui encontrar uma resposta consensual. Como é mais correcto dizer: «colocar um contador a zero» ou «a zeros»? Desde já agradeço todas as opiniões.
Gerúndio + infinitivo pessoal ou impessoal
Apesar de ter lido várias explicações a respeito do gerúndio + infinitivo pessoal ou impessoal, não concordo com elas, pois «devendo» é uma forma nominal, e não um verbo auxiliar; neste caso, o infinitivo terá um sujeito. Ex.: «... devendo serem os juros concedidos...», e não «devendo ser os juros concedidos...». Pergunta-se, então, quem «deve ser concedido»? «Os juros», ou seja, «os juros serão concedidos». Temos, então, invertendo a ordem: «... devendo os juros serem concedidos». Concluo que nem sempre podemos dizer que gerúndio é seguido de infinitivo impessoal. Caso discordem deste meu raciocínio, por favor expliquem-me porquê.
«Querer é poder»
Qual o significado conotativo e denotativo do provérbio «Querer é poder»?
Sobre o plural de "alter ego"
Gostaria de saber qual é o plural da expressão “alter ego”.
Anglicismos
A pedido de uma aluna, tenho as seguintes questões:
1. Existe alguma obra de referência para a etimologia de palavras recentes (por exemplo, do campo da informática)? 2. Existe alguém que se dedica ao tratamento dos anglicismos, ou seja, que se preocupa em arranjar uma tradução dos mesmos para português?
Agradeço a informação.
«Standard» / estandardizar
Tenho algumas dúvidas acerca destas palavras que gostaria de ver esclarecidas: -Qual é origem de "standard": inglesa ou francesa? Sei que neste momento ela tende a ser utilizada no nosso país (e noutros) por influência do Inglês, mas pareceu-me que poderia ter chegado ao próprio Inglês vinda do Francês, num passado mais remoto. Em Português existe uma palavra semelhante a "standard", estandarte. Embora não signifiquem hoje em dia o mesmo, haverá alguma relação etimológica entre os dois termos? Caso haja essa relação, gostaria de saber também porque é que se considera que "estandardizar" é um aportuguesamento mais correcto do verbo "to standardize" do que "estandartizar". Já há alguma proposta razoável de aportuguesamento para o substantivo/adjectivo "standard"? Sei que há alternativas mais enraizadas na nossa língua, tais como padrão ou normal, e também não gosto nada do espanhol "estándar", mas na minha área (matemática) por vezes esta palavra é muito mais conveniente do que qualquer dessas alternativas para salientar analogias com outros termos técnicos. Os meus agradecimentos.
