Análise sintática de frases («Blusa Cavalera cinza...»)
Preciso saber a análise sintática das duas descrições a seguir e, além disso, tenho algumas questões em particular sobre cada uma: 1. «Blusa Cavalera cinza, confeccionada em malha que proporciona conforto, seguindo as tendências deste inverno.» a) Nesse caso, porque é necessária a vírgula antes de «confeccionada»? b) A palavra «seguindo» representa uma oração reduzida de gerúndio? c) E «malha que proporciona conforto» caracteriza uma oração subordinada adjetiva restritiva? 2. «Blusa Cavalera cinza é indicada para compor visuais despojados, podendo ser usada com jeans skinny e sliper.» Preciso do artigo no começo da oração, mas porquê?
Interciclos
Interciclos – será que esta palavra não existe? E, se existe, como se escreve?
A origem da expressão «pelo de cão»
Qual a origem da expressão «pêlo do cão»?
Obrigada.
Universo, eu sou-te!
Por favor, sei que deve haver bastantes perguntas para vós, e apesar de não haver outras questões ainda respondidas vou-me permitir apresentar mais outra.
As frases:
"É-me estranho a forma como ele escreve."
"Sou-te querido?"
"Foram-lhe cortadas as mãos."
Estão corretas? Os pronomes oblíquos estariam empregues como objeto indireto (como penso)? De contrário, como analisar estas frases sob a luz da regência verbal consonante com os pronomes?
Tudo para contrastar com a frase do fantástico F. Pessoa: "Universo, eu sou-te!".
Este sim, indubitavelmente empregue, o pronome, como objeto direto, e portanto errado, como sugere a gramática normativa. Mas quem vai fazer questão com a genialidade de Pessoa que precisou de heterónimos para extravasar suas inspirações.
Anti-/arqui-
No Prontuário Ortográfico da Língua Portuguesa, que possuo (de Magnus Bergstrom e Neves Reis, Editorial Notícias), a regra de utilização do hífen com os prefixos "anti" e "arqui" diz que este apenas deve ser utilizado se a palavra seguinte for começada por "h", "i", "r" ou "s". A minha dúvida consiste em saber se existem excepções à regra (e mais concretamente para o caso de Portugal, visto que no Brasil certas regras diferem). Para ser mais específico, as palavras “anti-vandalismo” e “anti-pó” são frequentemente empregadas em ‘sites’ portugueses. Será que está errada a forma como estas palavras se têm vindo a escrever, ou existem certas excepções à regra que, eventualmente, não tenham sido abrangidas pelo Prontuário? Assim que possam dar uma resposta, agradeço.
Bênção
Uma professora primária afirma que não existem palavras em português com dois acentos.
Na consulta ao Glossário, encontrei "bênção" com dúpla acentuação.
Algum deles não é acento?
A regra não será verdadeira?
A origem dos nomes Eurico e Hermengarda
Peço que me informem sobre a origem dos nomes próprios Eurico e Hermengarda
Agradeço.
O género dos nomes deverbais + banda desenhada
Por meio da derivação regressiva, originam-se os nomes deverbais: buscar => busca, apelar => apelo; vender => venda, debater => debate; seduzir => sedução, seguir => seguimento. Nos exemplos dados, temos verbos da 1.ª, 2.ª e 3.ª conjugações, a partir dos quais foram criados substantivos de gêneros distintos («a busca», «o apelo», etc).
Minha pergunta: de que forma se define o gênero da palavra a ser formada? Seria convencional?
Em tempo, gostaria de saber o que é uma “banda desenhada”?
Obrigado e tudo de melhor sempre!
Multidão
Há já algum tempo li escrito nestas páginas que «grande multidão» seria incorrecto, pois «multidão» já implica grandeza. Eu pergunto: a palavra «multidão» não inclui umas maiores e outras mais pequenas? Ou será que pela mesma lógica não se pode dizer, por exemplo, «muito rico», pois ser rico já implica ter muito dinheiro...?
A tradução de "joint venture"
Gostaria de saber se a expressão joint-venture tem alguma tradução para português ou se, alternativamente, se mantém assim, em itálico, e se tem a separação com o hífen ou não. Muito obrigado.
