Subcoordenação / subdepartamento
É correcto escrever "sub-coordenação" e "sub-departamento"?
Modificadores, complementos oblíquos, complementos indiretos
Tendo em conta as diversas explicações avançadas pelas diversas gramáticas existentes no mercado e pelos recursos fornecidos pelas editoras, continua a haver exemplos de frases que suscitam dúvidas quanto à classificação dos constituintes que tanto podem ser modificadores, como complementos oblíquos ou até complementos indiretos.
É o caso das frases:
«A Joana trabalha em Lisboa.» («em Lisboa» – é modificador ou c. oblíquo?)
«O que aconteceu deve-se à tua falta de trabalho.» («à tua falta de trabalho» – é complemento oblíquo ou complemento indireto?)
E se fosse «O que aconteceu deve-se à tua mãe»? (à tua mãe» – não seria complemento indireto – deve-se-lhe?)
Obrigada.
A indeterminação do sujeito e os pronomes indefinidos
Fiquei confusa com uma explicação que Sara Leite deu no dia 8 de Fevereiro de 2008 relativamente à indeterminação do sujeito e ao facto de se poder usar pronomes indefinidos para indeterminar o sujeito. Eu sempre pensei que os pronomes indefinidos, semanticamente, remetiam para um sujeito sem determinação definida, mas que, sintacticamente, desempenhavam a função de sujeito simples. Não sei se isto consiste em alguma alteração trazida pela TLEBS. Agradeço desde já a disponibilidade (que sempre demonstram) para esclarecer esta minha dúvida.
"Case study"
Tenho visto repetidamente a expressão «case study» ser utilizada sem tradução. Há pouco tempo vi alguém utilizar «estudo de caso». Agradecia que confirmassem se esta será de facto a tradução correcta visto que esta tradução me pareceu demasiado à letra.
P.S. Os meus agradecimentos pelas respostas anteriores.
A origem da palavra chui
Sabe-se alguma coisa sobre a origem da palavra chui, significando «agente de polícia»?
Obrigada.
Provérbio: «Dentada de cão cura-se com pêlo do mesmo cão»
Qual a interpretação correcta do provérbio «Dentada de cão cura-se com pêlo do mesmo cão»?
Os acentos gráficos em Maláui e Piauí
Gostaria de saber qual a regra de acentuação em português para vocábulos que terminem em ditongo, seguido de i ou u.
Por exemplo, o Vocabulário Ortográfico Comum regista Maláui e Piauí. No entanto, um destes acentos parece-me irrelevante. Se acentuarmos Maláui, evitamos que a sílaba tónica seja i, o que parece indicar que o acento em Piauí é irrelevante.
Contudo, se acentuarmos Piauí, evitamos que a sílaba tónica seja au, o que parece indicar que o acento em Maláui é irrelevante.
Poderiam esclarecer esta dúvida?
Obrigado.
Mal como equivalente a «quando», «assim que», «depois de»
A que classe e subclasse de palavras pertence a palavra mal na frase «Mal saiu do comboio, foi...»?
Grafia: interruptor e/ou interrutor
O Dicionário Priberam online apenas reconhece a grafia interruptor. Ora verifiquei, por mero acaso, que o Dicionário da Porto Editora reconhece igualmente a forma interrutor, chegando a dá-la como exemplo de dupla grafia.
Em qual dessas fontes devo acreditar?
O uso nominal de especializando
Seria correto alguém se referir ao aluno de pós-graduação em sentido amplo (especialização, no Brasil) como "especializando", por analogia a mestrando e doutorando?
Grato.
