Semântica e semiótica
1 – Qual a ligação entre o significado propositivo dos enunciados e a função descritiva da linguagem em relação à noção de verdade? 2 – A palavra apresenta sentido em si mesma? 3 – As palavras nas línguas naturais podem apresentar sentidos iguais? 4 – A sinonímia se embasa na igualdade de sentido entre as palavras?
Diferença sintáctica e semântica entre empenho e empenhamento?
Qual é a diferença sintáctica e semântica que existe entre a palavra empenho e empenhamento?
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
O feminino dos adjectivos terminados em -ês
Gostaria de saber se os adjetivos terminados em -ês têm alguma regra para o feminino.
Há outros casos como o do adjetivo cortês?
Fico no aguardo da resposta.
Muito obrigada.
«... assistir a programas de televisão»
«Gosto muito de assistir televisão» em vez de «Gosto muito de assistir a programas de televisão».
É fato notório que a maioria das pessoas preferem – movidas até pela lei do menor esforço – a primeira construção à segunda quando estão a se referir ao meio de comunicação denominado televisão, não a um canal de TV específico.
A questão é quanto à regência do verbo "assistir". Pelo que sei, dever-se-ia construir «Gosto muito de assistir a (sem crase) televisão». No entanto, não é o que tenho visto. Aliás, não me lembro de tê-lo visto uma vez só.
Grau do nome e nomes próprios
Gostaria de saber se, na classificação dos nomes próprios, como, por exemplo, Manuel, é correcto classificá-lo como grau normal.
Desierarquização
Precisando de utilizar um substantivo que signifique acabar com uma determinada hierarquia, deparei com três maneiras diferentes de escrever uma mesma palavra e gostaria de saber qual está mais correcta: "des-hierarquização", "deshierarquização" e "desierarquização".
O aumentativo de violão
Qual o aumentativo de violão?
Vulgo
Gostaria de saber em que condições o termo "vulgo" (com o sentido de vulgarmente) é empregue.
Os meus agradecimentos.
«Passar pelo Porto» (e não «por Porto»)
Gostaria de saber se há uma explicação para o fato de dizermos:
«O comboio passou pelo Porto», e não dizermos «O comboio passou pela Lisboa», mas, sim, «... por Lisboa». E, então por que não dizemos também «... por Porto»? Precisava de explicar esta diferença a uma aluna chinesa e não consegui encontrar uma justificação clara.
-Eis, éis
Gostaria de saber porque é que nos plurais de palavras oxítonas terminadas em "el", tais como "anéis" ou "papéis", o "e" leva acento agudo. Este acento parece-me desnecessário. Não serve para indicar a sílaba tónica, pois não poderia deixar de ser a última, mesmo que a palavra não levasse acento, visto que esta termina em ditongo seguido de s. Também não me parece que indique a pronúncia da vogal "e". Na fala do Brasil, o ditongo tónico "ei" pode ter o "e" aberto ou fechado, e é por isso que se escreve "ei" ou "éi" , consoante os casos (por exemplo, "meia", fechado, "idéia", aberto). No entanto, em Portugal não se faz distinção entre duas formas de pronunciar este ditongo, quando tónico, razão pela qual a nossa escrita também não apresenta essa distinção (escrevemos "meia" e "ideia", e o ditongo "ei" é lido da mesma forma nas duas palavras). Porquê, então, o acento gráfico nos plurais das palavras oxítonas terminadas em "el"? Tratar-se-á apenas de uma convenção instituída pelo hábito, ou há razões para isso que se prendem com a história da língua?
