A forma “pipapapigrafo”
A minha dúvida é muito simples (aparentemente). A palavra “pipapapigrafo” existe? O que significa? Muito obrigado!
Descodificar
Em termos de análise textual qual dos vocábulos é mais correcto?
Por exemplo, em análise textual: «"descodificação" ideológica de um texto» ou «"decodificação" ideológica de um texto»?
Teve/tinha
Quando eu uso por ex.:
ele "teve" que estudar ontem e ele "tinha" que estudar ontem, as duas colocações estão correctas?
Ainda sobre adequabilidade e adequação
Podemos usar a palavra “adequacidade”? Cumprimentos.
Mala, saco, carteira
Cheguei à conclusão de que no Brasil as mulheres usam bolsas (com asas penduradas no ombro). Homens e mulheres colocam o dinheiro nas carteiras. Também há carteiras para documentos. Para os papéis e os documentos usam pastas.
Quando estudam ou fazem desporto, usam mochilas. E levam as compras em sacolas.
Consultei dicionários, enciclopédias, Google Portugal. Gastei imenso tempo e não percebi muito bem o que acontece em Portugal. Podiam fazer a comparação com o português europeu?
Em Portugal, a bolsa pode ser chamada de mala, saco, carteira indiferentemente?
Agradeço imenso a vossa ajuda.
«Isso são outros quinhentos»
Qual a origem da expressão «isso são outros quinhentos»?
Os valores da letra o
Gostava de saber se existe alguma regra ortográfica na língua portuguesa que defina a utilização da letra o nas palavras em que se pronuncia como u, por exemplo: «bloco», «grão», «costumo», «foguete», «rodopiar»...
Obrigada.
As formas esquisso e esquiço
Tenho sobre a mesa dois dicionários, o da Academia e o Prático Ilustrado da Lello. Com o mesmo sentido, no primeiro apenas existe “esquisso” e no segundo apenas existe “esquiço”. Até agora não consegui encontrar “on-line” nenhum esclarecimento sobre este assunto.
«Cair os parentes na lama»
Diz-se «caírem os parênteses na lama», ou «caírem os parentes na lama»?
Creio que é a primeira hipótese e, já agora, porquê esta referência aos parênteses?
Obrigado.
Sobre alguns particípios passados
De vez em quando ouço dicções como estas: abrido, fazido, escrevido, cobrido etc. Sei que são proferidas por pessoas cujos conhecimentos gramaticais são bastante limitados ou praticamente inexistentes. Ainda assim, na qualidade de estudioso do idioma português, não as considero formas errôneas. Parecem-me antes expressões obsoletas, antiquadas, desusadas, não necessariamente erradas. Concordais comigo?
