«Ao preço da uva mijona»
Qual é a origem da expressão «ao preço da uva mijona»?
É por ser uma uva barata ou com um baixo custo comercial?
Obrigado.
Ciência de
Gostaria de saber se as frases abaixo estão corretas:
Encaminhe-se o presente processo à Seção "X" para ciência do interessado.
Encaminhe-se o presente processo à Seção "Xquot; para ciência ao interessado.
O contexto: Numa repartição pública, a seção "y" encaminhando um processo administrativo à Seção "X" para que esta cientifique o contribuinte de uma decisão ocorrida no tal processo.
A dúvida: regência do substantivo ciência.
Se for possível, gostaria de saber também que outras preposições se poderia usar com o substantivo "ciência", com exemplos.
Obrigado pela atenção.
A influência dos povos germânicos na língua portuguesa
Gostaria que me dessem informações sobre a influência dos povos germânicos na língua portuguesa.
Obrigada.
Adictos + adição
Por pressão do inglês e, creio, também do espanhol, começam a aparecer nos nossos meios jornalísticos as palavras "adição" e "adicto" com o significados de "dependência" e "dependente" respectivamente. Quanto a "adicto", já numa resposta vossa esta forma foi olhada favoravelmente, pois existia em latim a forma "addictu". Mas quanto a "adição", parece não haver lógica nenhuma, e foi mesmo reprovada por outra resposta vossa, pois parece ser uma versão mutilada da que poderia corresponder a "addiction" ou "adicción". Mas se "adicto" é aceitável, seria também aceitável aportuguesar aquelas formas estrangeiras sem as mutilar ? Isto é, será também aceitável usar a palavra "adicção", já diferente da simples soma? Obrigado.
De nada / por nada
Qual a forma correta? De nada ou por nada?
Croça ou crossa?
Acho óptimo e mesmo fundamental que em Portugal nos entendamos, oralmente e por escrito, em bom português. Mas tal é, admitamos, frequentemente difícil, complicado e frustrante.
Tenho visto com muita frequência citado em Ciberdúvidas o Dicionário Aurélio, que não conhecia mas depreendi ser redigido e editado no Brasil.
Há algum tempo inquiri Ciberdúvidas sobre a grafia correcta de "croça", se assim se com ss. Foi-me respondido ser "croça", o que mais não fez do que confirmar o que eu encontrara em todos os dicionários de língua portuguesa que conseguira consultar e numa Enciclopédia Luso-Brasileira, aparecendo referida "crossa" como forma erradamente usada.
Ora hoje mesmo pude folhear um exemplar ("para o ano 2001") do tão citado Dicionário Aurélio, e tal não é o meu espanto quando vejo "crossa" como a palavra correcta, sendo "croça" uma forma "errônea" (isto é, errónea)!
Então em que ficamos?! Será que o tal de Dicionário Aurélio não é antes um dicionário de língua brasileira?... Assim, é, realmente, muito difícil e frustrante.
Muito obrigado a Ciberdúvidas pela vossa existência e pelo vosso trabalho e esforço.
Cardiorrespiratório
Leio frequentemente «cardiovascular», «renovascular», mas também vejo escrito «reanimação cárdio-respiratória», «neuro-cirúrgico». Qual a regra para uso do hífen em casos semelhantes a estes? Muito obrigado.
A regra da tradução de nomes próprios
Sei que há quase um século os nomes próprios de autores deixaram de ser traduzidos. Hoje causará alguma estranheza alguém utilizar a tradução Carlos Marx, no lugar de Karl Marx, por exemplo. Contudo, aprendi que os nomes próprios de santos, papas, imperadores, reis e membros da realeza devem ser traduzidos. Assim, Hadrianus se traduzirá Adriano, Wilhelm por Guilherme, Elizabeth por Isabel, etc. A minha questão é a seguinte, este costume de traduzir os nomes próprios deste tipo de personalidades é uma regra ou apenas um uso? É correcto escrever Elizabeth II de Inglaterra ou São Thomas More?
Se com sujeito composto («a chegada do palestrante e a saída do público»)
«Verificaram-se (Verificou-se) a chegada do palestrante e a saída do público.»
Na frase acima, admite-se a concordância no singular?
Obrigado.
Sobre o sujeito nulo
No manual com que trabalho (7.º ano – novo programa) o sujeito nulo apenas aparece como sujeito nulo, sendo que, no caderno de exercícios do mesmo manual, os diferentes tipos de sujeito nulo (indeterminado, subentendido e expletivo) já aparecem referidos.
A minha pergunta é a seguinte: continuam a usar-se estas designações?
