DÚVIDAS

Verbos irregulares/verbos defetivos
A pergunta talvez cause estranheza, mas teve sua origem na distância existente entre o conceito que as gramáticas apresentam para 'verbos irregulares' e a prática da sala de aula e de vários livros didáticos. Nem todos os verbos irregulares são, a exemplo do verbo reaver, defectivos. E quanto aos defectivos, são irregulares? Se o são, por que as gramáticas e dicionários (Celso Cunha, Bechara, Matoso Câmara, etc.) não citam a ausência de formas como uma das possíveis características dos verbos irregulares, mas apenas a alteração do radical e a variação na flexão em relação ao modelo? Se não são irregulares, a ausência ou inexistência de formas (e não pensemos aqui nos unipessoais e nos impessoais), em razão da falta de registro ou de uso (por questão de eufonia), já não constitui por si só um outro tipo de irregularidade? Obrigada.
A regra da tradução de nomes próprios
Sei que há quase um século os nomes próprios de autores deixaram de ser traduzidos. Hoje causará alguma estranheza alguém utilizar a tradução Carlos Marx, no lugar de Karl Marx, por exemplo. Contudo, aprendi que os nomes próprios de santos, papas, imperadores, reis e membros da realeza devem ser traduzidos. Assim, Hadrianus se traduzirá Adriano, Wilhelm por Guilherme, Elizabeth por Isabel, etc. A minha questão é a seguinte, este costume de traduzir os nomes próprios deste tipo de personalidades é uma regra ou apenas um uso? É correcto escrever Elizabeth II de Inglaterra ou São Thomas More?
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