A diferença entre razão e rasão
Gostaria que me pudessem explicar qual a diferença entre razão e rasão.
Obrigada.
Submeter à
O emprego da crase na seguinte frase está correto: «O trabalho será submetido à análise estatística»?
A regência do verbo servir
Gostaria de saber se a frase: «José de Tal. 40 anos servindo à sociedade» está correta. A pergunta está relacionada ao uso da crase após o verbo servir, já que o mesmo tem, em princípio, a regência de transitivo direto e intransitivo. Alguns dicionários o recepcionam somente como tal; outros, também com regência de transitivo indireto.
Grato.
As pessoas gramaticais
Hoje encontrei à venda numa livraria uma gramática da Impala onde constava que havia as seguintes pessoas gramaticais: 1.ª pessoa gramatical, 2.ª pessoa gramatical, 3.ª pessoa gramatical, 4.ª pessoa gramatical, 5.ª pessoa gramatical e 6.ª pessoa gramatical. Foi a primeira vez na vida que vi uma coisa destas. Será que pode ser?
Orações subordinadas relativas e completivas
Sou estudante do ensino secundário e desejava esclarecer uma dúvida que surgiu em aula, aquando da explicação das nova TLEBS.
Na frase «A professora [que saiu] ensina espanhol», qual é exactamente, segundo a nova terminologia, a função sintáctica da expressão «que saiu»?
A frase acima citada encontra-se como exemplo de uma oração/frase relativa sem antecedente com a função sintáctica de Modificador Frásico do Grupo Verbal. Acontece que não sei se esta se encontra totalmente correcta, uma vez que aquilo que é modificado é o grupo nominal («A professora»). Não seria a oração «que saiu» uma oração subordinada relativa adjectiva restritiva na antiga terminologia, que restringe a oração «A professora ensina espanhol»?
De modo a esclarecer completamente esta dúvida, poderá a expressão entre parêntesis rectos servir de exemplo de um Modificador Frásico do Grupo Verbal na frase «Ama [quem te ama]»? E em «O comandante anunciou [que havia uma avaria]»?
Aguardo resposta logo que possível. Obrigado.
A pronúncia do “e”
Gostaria que me esclarecessem o seguinte caso: eu "e" você.
Segundo as regras de fonética que conheço, a letra "e" sozinha sem nenhum acento deve ser pronunciada com o som fechado.
Muito embora coloquialmente as pessoas façam a leitura como se fosse um i, não encontro nenhum respaldo para que esta pronúncia do "e" por i seja tida como correta.
Por detrás de, etc.
Queria saber se a expressão "por detrás de" é correcta (pelo menos, aparece referida como legítima na entrada "detrás" da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira). Gostaria ainda de saber se a expressão "por trás de" pode ser usada no sentido de "atrás de" (como vejo frequentemente); ou não será que só deve ser utilizada em conjunção com um verbo de movimento (exº: passei por trás da mesa)?
Pronome «cujo»
Quando devo usar cujo, o cujo, de cujo, os quais, o qual, o que e onde? Porque tenho a maior dificuldade em empregar esses pronomes relativos.
Desculpe / desculpa
É correcto dizer: «Desculpe, não ouvi» ou «Desculpa, não ouvi»?
Se for correcto, quando é que devo aplicar uma e outra?
Pais e pais
Existe alguma forma de distinguir a palavra pais (como sendo o pai e mãe) do plural de pai (pais). Por exemplo, na seguinte frase: "Os pais dos empregados são licenciados." Que pais são estes? Lembrei-me da palavra progenitores, mas essa nem sempre está correcta pois existem pais adoptivos.
