Oração gerundiva: «Pedro ouviu José falando»
Primeiramente, ouvi de alguns professores de gramática que oração subordinada substantiva, quando reduzida, só pode vir com verbo no infinitivo.
Entretanto, me deparei com algumas frases que me fizeram crer que isso não procede.
Segue um exemplo: «Pedro ouviu José falando sobre o assunto.»
Minha dúvida é a seguinte: a segunda oração do período composto citado acima, «José falando sobre o assunto», é uma oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de gerúndio, pois, no meu ver, o verbo «ouviu» pede complemento verbo direto; ou tem outra função sintática?
O verbo dizer com interrogativa indireta
Gostaria de ver uma dúvida relativa à classificação de uma oração subordinada substantiva esclarecida.
Na frase «Ele não nos disse quanto ganhou», o meu primeiro pensamento seria classificá-la como oração subordinada substantiva completiva, seguindo a estrutura de substituir a oração subordinada por isso («Ele não nos disse [isso].»).
No entanto, sabendo que as conjunções completivas são normalmente limitadas a que, se e para, seria mais correto classificá-la como relativa?
E caso possa ser considerada completiva, qual seria o antecedente de quanto (uma vez que as relativas não têm antecedente)?
Uso e omissão do artigo definido
Considerem-se as seguintes frases:
1. «É preciso declarar guerra à guerra.»
Por que não há artigo antes da primeira palavra guerra e há artigo antes da segunda palavra guerra? Há ausência de paralelismo?
2 . «Não tenho dúvidas de que é preferível a virtude à desonestidade.»
Por que há artigo antes da palavra virtude e antes da palavra desonestidade?
Repetição de preposição para evitar ambiguidade
Na frase «Caminhou pela rua. Ao contrário do habitual, não se deparou com o corrupio de crianças descalças a brincar e com as mulheres sentadas a bordar. », devo repetir a preposição com?
Ou simplesmente "'Ao contrário do habitual, não se deparou com o corrupio de crianças descalças a brincar e as mulheres sentadas a bordar. "'
Obrigado!
Preposições repetidas em construção clivada
Na frase «Do que precisas é de te libertar» parece-me estranho duplicar o «de». Não seria mais correto «O que precisas é de te libertar» ou «Do que precisas é libertar-te»? É claro que dá para escolher uma formulação diferente que evite este dilema, mas gostaria que me elucidassem quanto à correção destas três frases.
Muito obrigada.
A expressão «dar no vinte»
Gostaria de saber qual é a origem da expressão «dar no vinte» («acertar, adivinhar»).
A expressão «se é que...»
Quanto à expressão «se é que», por que outras é que pode ser substituída?
«Ela disse que tudo se passou assim, se é que se pode confiar nela.»
Muitíssimo obrigado!
Género e programas informáticos
Se eu tiver um software que eu chamei "Prox", teria de me referir a ele como "O Prox" ou "A Prox", se eu decidir não fazer menção à palavra software na oração?
Se pudesse ter uma explicação sobre o assunto seria ótimo!
Obrigada
Gostar, querer e as locuções verbais
Vi num livro de análise sintática que o «queria negar» da frase «Ela queria negar suas origens» é uma locução verbal. Procede?
Por qual motivo negar não seria parte do complemento de queria? E, na frase «Ela gosta de dançar», «de dançar» seria parte de uma locução verbal com gostar, um objeto indireto ou uma oração?
Obrigado.
Os topónimos Arrifes e Biscoitos (Açores)
Devemos escrever "Escola Básica de Arrifes" ou "Escola Básica dos Arrifes"?
E "Escola Básica de Biscoitos" ou "Escola Básica dos Biscoitos"?
Muito obrigado.
