Paródia vs. sátira
Tenho ouvido bastantes vezes o termo paródia empregado, e sempre me soou ao inglês parody. De todas essas vezes me pareceu que seria mais adequado usar o termo sátira do que o referido. Por exemplo, «O Último a Sair é uma sátira dos reality shows habituais», em vez de «O Último a Sair é uma paródia aos reality shows habituais».
Agradecia que me explicasse qual é a a forma mais adequada e, já agora, qual é a preposição que cada um destes verbos pede.
O uso do plural majestático
Devo dizer: – nós fomos confrontados ou – nós fomos confrontada?
A palavra polícia grafada com inicial maiúscula
Tenho visto em vários artigos de jornal e, sobretudo, em legendagem de documentários e filmes a palavra polícia grafada com maiúscula.
Devo dizer que em nada me choca, mas sei que o assunto não será pacífico.
Eu próprio grafo com maiúscula nas situações em que se trata da instituição. Exemplos: «A contenda foi resolvida graças à pronta intervenção da Polícia»; «O porta-voz da Polícia disse que não havia razão para alarme.» Por outro lado, grafo com minúscula, quando me refiro a um elemento da Polícia: «Perguntei ao polícia se podia ajudar-me»; «Os polícias queixam-se de falta de meios.» Ou, ainda, dos dois modos na seguinte situação: «Os polícias envolveram-se numa acesa contenda com os civis, e o seu comandante já veio dizer que a Polícia repudia tais comportamentos.»
Gostaria, portanto, que me dessem a vossa opinião quanto à legitimidade de se grafar o vocábulo em questão com maiúscula nas situações que referi.
Cordialmente, um vosso consulente.
A pontuação no diálogo
Tenho algumas dúvidas na formatação de diálogo: A questão é sobre o uso de pontuação no diálogo. Como é mais correcto? (notar o ponto) – Não sei. – Respondeu o João – E tu, vais? – Não sei – respondeu o João. – E tu, vais? Ou há outra forma? Há alguma diferença na formatação de diálogo para ficção e não ficção? Obrigado.
O comer
Será correcto dizer «o comer está na mesa»? A palavra «comer» existe como substantivo ou apenas como verbo?
«Resposta a», regência de resposta
A regência de resposta pode ser: «resposta para tal pergunta», ou tem de ser necessariamente «resposta a tal pergunta»?
«Quando mais não seja» vs. «quanto mais não seja»
Gostaria de ouvir a vossa opinião, fundamentada, sobre esta questão:
Deve dizer-se «quanto mais não seja», ou «quando mais não seja»?
Obrigada.
Provérbios e expressões populares relacionados com a caça
Gostaria que me informassem da existência de provérbios e expressões populares relacionados com a caça e a sua explicação.
Desde já, o meu agradecimento pessoal e profissional.
O presente do indicativo em orações condicionais de valor genérico
Eu leio há muito tempo em textos técnicos de Matemática construções do tipo «Se um conjunto é finito, então qualquer subconjunto deste também é». Ou, quando muito, «Se um conjunto for finito, então qualquer subconjunto deste também é.» Essas parecem-me erradas (um erro aparentemente oriundo de um anglicismo). A que me parece correta é a seguinte: «Se um conjunto for finito, então qualquer subconjunto deste também será.»
Assim, tenho esta dúvida: em uma frase condicional do tipo «Se (...), então (...)», o verbo na oração subordinada deve necessariamente estar conjugado no modo conjuntivo? Ademais, pode-se estabelecer alguma relação a priori entre os tempos nos quais os verbos das orações principal e subordinada são conjugados?
Agradeço desde já.
Infinitivo «falar»/«falarem»
«Pedi para eles para falar» ou «para falarem»?
Qual a forma correta e por quê?
