O cônjuge
Gostaria de saber se a palavra cônjuge existe na forma feminina.
Ex.: A cônjuge varoa ou O cônjuge varoa.
A divisão silábica e a translineação, de novo
Vi palavras usando rr divididas em sílabas, ficando cada r em cada sílaba. Exemplificando: carro dividir-se-ia em 2 sílabas, car/ro, e arrepiar em 4 sílabas, ar/re/pi/ar. Eu não aprendi assim, para mim o correcto seria ca/rro, ou a/rre/pi/ar. Será que me poderão ajudar a saber a forma correcta? Obrigado!
E / ou: conjunções coordenativas
Necessito fazer uma análise do emprego de "e/ou". Tenho que fazer uma defesa em processo administrativo e foi empregado pelo sindicante que o acusado teria cometida a infração capitulada em determinado artigo "e/ou" em outro. Preciso saber quando pode ser usado o "e/ou".
A expressão latina «opus magnum»
Em que circunstâncias se pode utilizar a expressão latina «opus magnum»?
Gostaria de saber se existe alguma expressão equivalente em português.
Antes do mais
É mais correcto dizer "Antes de mais" ou "Antes do mais"? Porquê?
Egitaniense/egitanense/egitano
Qual a razão por que chamam Egitanienses às pessoas da Guarda? Já agora podiam informar, com uma lista, alguns nomes de habitantes de terras que são considerados estranhos... Como no caso de Egitaniense. Parabéns pelo vosso trabalho. É excelente.
Nacionalidade: Brasileiro/Brasileira?
Gostaria de saber qual a forma correta, quando do preenchimento do campo "Nacionalidade" num formulário. Se a pessoa for do sexo masculino a nacionalidade deverá concordar com o sexo da pessoa ou com o gênero (feminino) da palavra nacionalidade? Sou brasileiro e nesse caso deveria eu assim proceder:
Nacionalidade: Brasileiro ou
Nacionalidade: Brasileira?
Qual a concordância correta? Mestre Napoleão Mendes de Almeida em seu livro "Dicionário de Questões Vernáculas" ensina que nesse caso a concordância deve ser feita de acordo com o sexo da pessoa. Qual a vossa opinião?
Grato pela atenção e felicitações pelo magnífico trabalho!
A palavra "analfabetização"
Em primeiro lugar, gostaria de saber se existe a palavra "analfabetização". Se existe, penso que não será sinónima de "analfabetismo", ou seja, "analfabetização" corresponderá a um processo de desaprendizagem, a nível da leitura e da escrita, é possível?
Agradeço a vossa atenção!
O emprego dos pronomes de tratamento você/vocês
Minha pergunta alude ao emprego dos pronomes de tratamento você/vocês. Já me venho questionando há bastante tempo sobre a mistura que os brasileiros fazemos de você com os clíticos correspondentes a tu [te, ti (com pouca freqüência), contigo]. Cheguei inclusive a invejar os portugueses, e a elogiá-los, pelo uso conseqüente de tu (e seus derivados) e você [se, si, consigo, o(s), a(s), lhe(s)]. Contudo, tenho observado que também em Portugal se faz essa "confusão pronominal", quando se usa vocês e, em seguida, pronomes que se referem à segunda pessoa do plural — vós.
Imagino que seja mais fácil explicar através de exemplos. No Brasil: «O que "você" vai fazer hoje à noite, querida? Posso ir(-)"te" visitar?» (por «Posso ir visitá-la?»). Em Portugal (recortes de uma mensagem enviada por um português e publicada pelo Ciberdúvidas): «Antes de mais, os meus parabéns pela continuação do "vosso" sítio e pela ajuda...» (por «do "seu" sítio»); ao final da mesma postagem: «Agradeço antecipadamente qualquer luz que "me possam" dar» (ou seja, empregou vocês).*
Peço-lhes que me esclareçam: como se posiciona a norma-padrão a respeito disso? Como se chamaria esse fenômeno gramatical? Há algo a que possamos chamar "Concordância Pronominal"? De antemão o meu muito obrigado.
* Ao citar os exemplos acima, não quis generalizar, pois sei que há um grande número pessoas que usam as formas regulares.
A expressão fixa «em tempos idos»
Diz-se «em tempos idos», ou «nos tempos idos»?
