DÚVIDAS

Quando condicional
Ao ler a ótima gramática do Cegalla (Novíssima Gramática da Língua Portuguesa), observei a seguinte frase classificada como temporal: «Formiga, QUANDO QUER SE PERDER, cria asas.» A frase não pode ser encarada como condicional? Ex.: «conj.condic. 6. No caso de; se: Só é gentil quando quer alguma coisa.» (Aulete) Além do Cegalla, vários gramáticos tradicionais não citam o quando como conjunção condicional (ex.: Pasquale e Ulisses – na Gramática de Língua Portuguesa –, Cegalla – na Novíssima Gramática da Língua Portuguesa –...). Fiz uma pesquisa em questões de concursos e vestibulares; mas não achei o quando como condicional. Pedi à inteligência artificial do Google para me apresentar as funções do quando de acordo com materias disponibilizados na Internet e não apareceu como condicional. Estou com alucinações ou há muitos casos que o temporal quando pode também ser um condicional? Se não estou alucinado, por que a preferência por temporal? Desde já, agradeço-lhes a enorme atenção.
O uso de asiático como nome
Antes de mais, gostaria de vos felicitar pelo vosso extraordinário trabalho e pelo esforço contínuo em promover o conhecimento e o bom uso da língua portuguesa. O vosso contributo é, de facto, notável e inspirador para todos os que valorizam o rigor e a beleza da nossa língua. Venho solicitar o vosso esclarecimento sobre a seguinte questão: No segmento «um grande ‘asiático’ português» (texto de Pedro Mexia), como se classificam – em termos de classe e subclasse gramatical – as palavras que o compõem? Obrigado.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa