O topónimo Cagliari
Como deve ser escrito o topônimo italiano Cagliari em língua portuguesa e qual seria o seu gentílico?
Pesquisando na Internet me apareceram as seguintes formas: "Cálari", "Cálhari" e "Cálher". Caso exista mais de uma forma correta, qual seria a mais usual?
A expressão «ala, arriba» ou ala-arriba
De acordo com a Wikipédia, a expressão "ala-arriba!" é própria da comunidade piscatória da Póvoa de Varzim.
Gostaria de saber se esta informação está correta e se, em todo o caso, tem também aplicação linguística fora desse contexto geográfico.
Muito obrigado.
Penicilina, vacina e antibiótico
Gostaria de ser esclarecida, se possível, relativamente aos vocábulos penicilina e vacina.
Poderá existir aqui uma relação de hiperónimo-hipónimo?
Obrigada.
«Na tua irreverência se vê a tua singularidade.»
«Na tua irreverência se vê a tua singularidade.»
O se nesta frase pode vir antes do verbo?
Perro, cão e cachorro
No idioma espanhol se usa perro cachorro como «filhote de mamífero».
Quando e por que foi que o idioma português trocou para sinônimo equivalente, correspondente da palavra cão?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
«Bolo de laranja» e «notícias dele»
Tenho uma grande dúvida relativa ao complemento determinativo.
A minha professora deu-nos um powerpoint no qual dá dois exemplos que eu não compreendi.
Um deles é "O bolo de laranja estava muito bom", sendo dito que "de laranja" é complemento determinativo. Não seria aposto, já que está a completar o sentido do nome?
O outro é "Ninguém teve notícias dele" e é dito que "dele" é complemento determinativo. Não seria complemento direto?
Muito obrigada!
A sintaxe da expressão «da época de...»
Na frase «Conheço a Maria da época da escola», «a Maria» é complemento direto.
Qual a função sintática desempenhada por «da época da escola»?
Obrigado
Concordância com quem
Aprendi que o pronome quem concorda com a terceira pessoa do singular.
Por que então há exceções?
Exemplo 1: «Quem são vocês?»
Exemplo 2: «Foram eles quem fizeram essa bagunça?»
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Que expletivo: «Até que era engraçado!»
Como se deve dizer: «até que era engraçado!», ou «até era engraçado!»?
Qual a função do que aqui?
Obrigada.
E como palavra denotativa
No contexto abaixo, seria possível inferir que a conjunção e por si só está fazendo as vezes da preposição sobre ou equivalentes como «quanto a», «em relação a», etc. Ou seria apenas casos em que se omite a preposição?
«E sua mãe, para onde ela foi?» (Quanto a sua mãe, para onde ela foi?)
«E o dinheiro, o que faço para reavê-lo?» (Sobre o dinheiro, o que faço para reavê-lo?)
Agradeço desde já pela disponibilidade, compreensão e apoio de sempre!
