Biotério
Gostaria de saber se o vocábulo "biotério" está consagrado na língua portuguesa ou apenas no Brasil, e qual a sua origem e significado. Sou médico veterinário e tenho desde sempre utilizado este termo, bem como "bioteria".
David
Porque é que David não tem «e» no fim?
Uma oração coordenada oralizante: «Não gosto de os ver a chorar e eu não ter nada...»
Perguntava-vos se é possível aceitarmos esta construção frásica:
«Não gosto de os ver a chorarem por terem fome e eu não ter nada para lhes dar.»
Obrigado.
Elipse do pronome átono o/a
Gostaria de saber como funciona a obrigatoriedade ou não dos pronomes o ou a, ou seja, se é obrigatório o uso, conforme estes exemplos:
– Conheces estes livros?
– Não, não conheço.
ou:
– Conheces estes livros?
– Não, os não conheço.
Obrigada.
«Colchão de pressão alterna/alternada»
Deve dizer-se «colchão de pressão alterna», ou «colchão de pressão alternada» (dispositivo usado para doentes acamados para prevenção de úlceras de pressão/decúbito)?
A resposta a esta dúvida talvez tenha já sido dada pela analogia com a dúvida de «corrente alterna ou alternada». Mas, como os contextos são diferentes, aqui fica a questão.
Obrigado.
Um adjetivo derivado de gíria
A partir de clima, forma-se o adjetivo climático.
Será que, a partir de gíria, podemos formar o adjetivo "giriático"?
«As receitas das freguesias»
Existe o termo “freguesais”, sendo que existe o termo “municipais”?
Se não existir, que termo posso utilizar, por exemplo, em vez de dizer “as receitas das freguesias”?
Um modificador do grupo verbal na frase
«Os pátios ressoavam com o bater das armas» (Eça de Queirós)
«Os pátios ressoavam com o bater das armas» (Eça de Queirós)
«Com o bater das armas» desempenha a função sintática de complemento oblíquo na frase «os pátios ressoavam com o bater das armas»?
Obrigada.
Obscuridade nos enunciados
Dou aulas de Português e surgiu uma dúvida a uma aluna minha. O que quer dizer «obscuridade nos enunciados»?
A origem de Fão (Esposende, Braga)
Gostaria de saber a respeito da etimologia exata da vila lusitana Fão, no município de Esposende.
Pelo que venho pesquisando, sua origem está no termo latino fanum, isto é, fano, pequeno templo ou altar. Tal etimologia configura-se como verídica? Seria Fão a forma herdada (atestada somente como nome de lugar) do termo, e fano a emprestada do latim?
Em inglês parece haver um caso similar com o antigo termo anglo-saxão hearg de mesmo valor semântico, ainda que mais relacionado ao velho credo pagão. Em inglês moderno virou somente o topônimo Harrow, encontrado em Inglaterra, ou seja não mais existindo como um mero substantivo para altar.
