DÚVIDAS

Idrol = «citrato de prata»?
Após aturadas pesquisas por diversos dicionários e enciclopédias, sem êxito, acabei por encontrar, finalmente, no dicionário da Texto Editores [Portugal], a palavra que eu buscava (convencido da sua existência): idrol s. m. = citrato de prata. Contudo fica-me uma dúvida, que é a seguinte: se não encontro em mais lado nenhum tal palavra, não poderá ser gralha? (sei que é difícil, mas pode acontecer). Daí recorrer ao Ciberdúvidas para completo esclarecimento, pelo qual antecipadamente agradeço.
A conjugação pronominal reflexa dos verbos reerguer e recamar
Gostaria de saber se é possível transformar os verbos recamar e reerguer em verbos pronominais, isto é, gostaria de saber se é possível dizer-se e escrever-se "recamar-se" e "reerguer-se". E, neste sentido, é correcto escrever frases como «Um enorme poder diabólico está prestes a reerguer-se» e «As freiras recamavam-se de dominós»? Existe alguma regra fixa para saber se os verbos são passíveis de ser pronominais? Grato pela atenção.
Passiva sintética e concordância
Tenho certeza de que se flexione o gênero do particípio do verbo fazer na construção «ter sido feita a pergunta». Entretanto, tenho a impressão de que o mesmo raciocínio não se aplique a «ter-se feito a pergunta». Em meu inseguro pensamento, nesse último caso o particípio do verbo fazer fica no masculino, soando-me inadequado «ter-se feita a pergunta». Pediria a gentileza de informar o que seria o correto, «ter-se feito a pergunta» ou «ter-se feita a pergunta» e, caso «ter-se feito a pergunta» seja uma construção aceita no português (imagino que sim, já a vi muitas vezes), gostaria também de perguntar o motivo de não se flexionar o gênero do particípio nesses casos de haver-se + particípio ou ter-se + particípio, que me parecem relacionados com a voz passiva sintética. Obrigado.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa