DÚVIDAS

Daesh, Daexe, Daixe
A propósito do acrónimo Daesh, relacionado com a organização jiadista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS), queria saber: 1) Sendo que Daesh chegou até nós por influência da grafia inglesa Da'ish, a sua pronúncia em português não devia ser /daixe/, tal como sucede com Al-Qaeda – /alkaida/? 2) E quanto à grafia aportuguesada: "Dáesh" (forma sugerida para o espanhol pela Fundéu), ou "Daexe", como se regista na Wikipédia? Os meus agradecimentos.
"Bailiwick"
Antes de mais nada, quero manifestar a minha sincera satisfação pela volta desse sítio de lusofonia tão útil e já imprescindível, depois das merecidas férias de seus laboriosos especialistas em língua portuguesa, que tanto têm trabalhado em prol do nosso idioma. Gostaria que me dissessem se a palavra inglesa "bailiwick" é, ou não, o mesmo que "protetorado" para nós. Se a resposta for afirmativa, certamente "Bailiwick of Guernsey" e "Bailiwick" of Jersey" podem ser traduzidos como "Protetorado de Guernsey" e "Protetorado de Jersey". Concordam? Sem querer exigir nada, peço-lhes que, se possível for, respondam-me brevemente. Motivo: encontro-me redigindo mais uma apostila de Geografia Política e preciso dessa informação. Muito obrigado.
O verbo destrocar II
Encontramos a resposta a esta questão («Trocar ou destrocar?») aqui no Ciberdúvidas, que não deixa qualquer dúvida. No entanto, há o caso de pedirmos a alguém para trocar moedas pequenas, trocos, por uma nota. Os trocos deixam de o ser. Neste caso é aceitável, ou melhor, é correto usar a expressão «Destroca-me estas moedas?»? E já agora (se possível questionar num mesmo post), a repetição daqueles pontos de interrogação acima é aceitável?
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