A grafia e a etimologia de aziago
Caros amigos, encontrei num livro antigo a palavra "asiago", com o sentido de «de mau agouro» (ex: «sexta feira é sempre um dia asiago»).
Não deverá ser "aziago"? Existe "asiago"?
Muito obrigada desde já.
Os verbos demorar e levar
1. Na frase «quantos dias DEMORAM para fazer efeito o remédio?», o verbo demorar na frase a seguir deve ficar no plural, concordando com «dias», ou no singular, por indicar passagem de tempo?
2. No caso do verbo levar, em sentido de transcurso de tempo, deve-se seguir a regra dos verbos haver e ter e colocá-los no singular?
«Levou 10 dias» ou «levaram 10 dias»?
Obrigado!
Sobre «Tuna Universitária»
É correcto escrever «a nossa Tunae» em vez de Tuna, ou escrever «Tunae Universitaria...» em vez de «Tuna Universitária», ou seja, pode-se colocar o sufixo ae a belo prazer para "latinizar" a palavra e dar um ar mais nobre(?), antigo(?) à palavra Tuna?
O uso do hífen em «eixo hipotálamo-hipófise-supra-renais»
É ou não correcto o uso do hífen na expressão «eixo hipotálamo-hipófise-supra-renais»?
Cerzir
Como se conjuga o presente do indicativo do verbo cerzir?
Existem acentos africanos?
Quisiera saber si existen acentos diferenciables entre las distinats naciones lusoparlantes de Africa.
Valor não restritivo do adjetivo qualificativo: «peculiar rei»
Em «O peculiar rei.», o adjetivo detém um valor restritivo, explicativo (ou não restritivo)?
Não obstante o facto de o adjetivo desempenhar a função sintática de modificador restritivo do nome, pode considerar-se que o seu valor não é restritivo, porque está anteposto ao nome «rei»?
Esta dúvida que coloco surgiu da realização de uma ficha de trabalho que me foi facultada e após ter pesquisado e encontrado referências a um «valor não restritivo», associado aos adjetivos antepostos.
Agradecido!
A origem do vocábulo novercafobia
Li na revista Superinteressante a palavra indicada, que é definida como «aversão e medo mórbido de madrasta». Qual é a sua etimologia?
Alternativa, outra vez
A minha dúvida já foi objecto de resposta anterior, mas que não me esclareceu inteiramente.
É sabido que o espírito da língua nem sempre está de acordo com as implicações decorrentes da análise lógica em sentido estrito. Penso (mas não tenho a certeza) ser este o caso da utilização da palavra "alternativa" em certos contextos. Por exemplo, é frequente ouvirem-se expressões do tipo: "o caso é muito grave e a única alternativa é operar o doente". Ora, em frases deste género parece que não estamos perante alternativa nenhuma. Não há dois termos entre os quais possa escolher-se, como necessariamente decorreria do uso lógico do termo "alternativa". No nosso exemplo o doente tem que ser operado e ponto final. A única alternativa significa aqui que ele, afinal, não tem alternativa.
Todavia, embora logicamente incoerente, não me parece que frases deste tipo sejam linguisticamente incorrectas. Qual a Vossa opinião?
O valor do sufixo -oco
Em português europeu, o sufixo -oco/-oca serve para fazer o aumentativo ou o diminutivo?
Vi, num material da Editora Leya, que servia para diminutivo. Como exemplos, davam as palavras bicharoco, fraldoca e pernoca. No entanto, no dicionário online Infopedia.pt, pernoca é referida como aumentativo de perna e bicharoco como bicho repugnante (fraldoca não consta).
Qual o uso correto, em português europeu?
