(in Mensagem, de Fernando Pessoa)
Classificação da oração «sem se poder ver»
(in Mensagem, de Fernando Pessoa)
(in Mensagem, de Fernando Pessoa)
Nos versos do poema D.Dinis, de Mensagem, de Fernando Pessoa, «É o rumor dos pinhais que, como um trigo/De Império, ondulam sem se poder ver.», como classificar a oração «sem se poder ver.»? Sabendo que essa oração desempenha a função sintática de modificador do grupo verbal "ondulam" (ondulam como?), que classificação atribuir à oração? Subordinada (substantiva ou adverbial?) completiva não finita infinitiva?
"Preempcionar"
Esclareça-me por favor se apesar de não existir no Dicionário Houaiss uma entrada para o verbo "preempcionar", este existe? A tradução mais fiel do verbo inglês pre-empt é «obter por preempção» – sentido que precisamente se enquadra no que procuro explicar num parágrafo que estou a traduzir. A não existir o verbo "preempcionar" (como estou convencida de que não), que verbo posso usar em sua substituição?
Grata pela sua atenção.
Panglossiano
É usado em Portugal, de forma não muito constante, o adjectivo "pan-glosseico" e o advérbio de modo "pan-glosseicamente" no sentido de inclusão de um todo, ao modo exagerado do mestre Pan-Gloss do famoso romance Candide, de Voltaire. Podem-se usar? É legítima esta utilização com os aportuguesamentos supracitados?Agradeço, desde já, a vossa futura resposta, que aguardo.
Aspetos habitual e iterativo (II)
O segmento «agora estão ariscas, escapam-se por entre as mãos» veicula um valor iterativo ou habitual? Porquê?
Neste âmbito, surgiu-me outra questão. Li que os valores iterativo e habitual se podem conjugar. Podem-me explicar quando tal situação acontece?
Obrigado pelo vosso apoio!
Pichelingue/pechelingue
Venho solicitar o vosso esclarecimento relativamente às palavras “pichelingue” e “pechelingue”. O dicionário Porto Editora somente contém a palavra “pechelingue”. O dicionário Universal contém as duas formas. Para «ladrão/larápio» um deles prefere a forma “pichelingue”; o outro, “pechelingue”. Verifico que o dicionário da Academia Espanhola tem uma das formas. Muito agradecido.
O uso de ç na palavra muçarela
Qual é a regra sobre o uso de ç em que se enquadra a palavra muçarela? Poderia dar outros exemplos de palavras que obedecem a esta regra?
A oração temporal de uma frase de Nélida Piñón
Vi uma entrevista de Nélida Piñón, notei alguns trechos e resolvi cá transcrevê-los: Nós nos empenhamos para construir uma cultura, uma sociedade que quando estejamos* liberados, sejamos* soberanos de nós próprios, tenhamos uma literatura; e tenhamos uma Academia como a nossa, de Machado de Assis. 1) É possível e correto usar o presente do subjuntivo com valor de futuro? (Estejamos → estivermos; sejamos → formos) 2) Depois das conjunções "se" e "quando" é obrigatório o uso do futuro do subjuntivo, ou são possíveis outras construções? "Se alguém vir esta carta..." Ou Se alguém ver esta carta..."? "Se o sol se pôr" ou "se o sol se puser"? 3) A pontuação está corretamente empregada? Tenho um pouco de dificuldade em transcrever certas falas.
O topónimo Cancelinha
Na minha freguesia existe uma rua denominada «rua da Cancelinha». Qual será a origem deste topónimo? É frequente este topónimo em Portugal? Pessoas idosas me disseram que em tempos não havia rua neste local, apenas uns campos com um caminho, cuja entrada era vedada com uma cancela! Poderá ser esta a origem do topónimo referido ou haverá outra explicação?
Obrigado.
O regionalismo ritas
Por ter introduzido a expressão na pesquisa e desconhecendo por onde vem a resposta, solicito ajuda (esclarecimento), sobre tal palavra, pois na minha aldeia (Malpica do Tejo), ritas = cócegas. Verdade?
«Ficar com dúvidas sobre se...»
Em relação à frase abaixo, o elemento destacado foi usado corretamente? «Ficou com dúvidas se estava a fazer o certo.»
Obrigado.
