A conjugação reflexa e o se indeterminado
Qual das frases abaixo está correta?
«Quando se depara com o horrível, o apenas razoável parece excelente.»
«Quando se se depara com o horrível, o apenas razoável parece excelente.»
Obrigado.
Desaparecimento de "este" da fala brasileira
Sabemos que português europeu e português brasileiro formal conhece três pronomes demonstrativos: este (esta), esse (essa), aquele (aquela). Mas na fala brasileira não se usam as palavras "este" e "esta" e são sempre substituídas por palavras "esse" e "essa". Assim, o português brasileiro falado afasta-se do português europeu (e brasileiro formal) e do espanhol, e aproxima-se ao inglês (this/that). O italiano também conhece isso. Fala (ou melhor: escrita) formal italiana conhece três pronomes demonstativos: questo (este), codesto (esse), quello (aquelo). Mas hoje em dia já não se ouve codesto. Usa-se questo e quello. Como em português brasileiro: esse e aquele. O que acontece com "este" e "esta" acontece também com "isto". Acontece desaparecimento. Isso (isto) não é uma dúvida, mas por favor dêem-me seus comentários.
Agradecido.
Paralelismo semântico: «chegar antes de ti para te ver chegar» (Nuno Júdice)
No verso «chegar antes de ti para te ver chegar», do poema "Isto é o amor", de Nuno Júdice, podemos dizer que estamos perante um pleonasmo? Se não, qual o recurso expressivo que poderá estar neste verso?
Obrigada.
A regência do verbo abalroar
No dicionário de verbos portugueses da Porto Editora – 1.ª edição, de 1999, pág.687 –, a regência indicada para o verbo abalroar é com. E dão um exemplo de frase: «O navio de passageiros abalroou com a traineira». Há muito que 'adoptei' (e sou 'gozado' por isso) essa regência. Contudo, por todo o lado e especialmente na imprensa, ouvimos notícias do género: «O autocarro abalroou o táxi'» A minha questão é: não se deveria dizer , antes, «O autocarro abalroou com o táxi»?
Com os meus melhores cumprimentos e antecipados agradecimentos pela resposta,
Subsunção
Encontrei finalmente a palavra subsumir, no Ciberdúvidas. Gostaria de saber se existe subsunção (ou subsumpção) na Língua Portuguesa.
Período sem oração principal
Estava a ler, e se me deparou a seguinte frase:
"Eis a política que a empresa adota, ao desenvolver seus projetos: fortalecer a classe média".
Nesse período, tem-se uma oração apositiva, tem-se uma oração subordinada adverbial temporal reduzida do infinitivo, mas... e a oração principal? A oração subordinada seria subordinada a quê?
Gostaria de que me esclarecessem.
Obrigado.
«Ganhe um desconto de 1000€»
vs. «Ganhe um desconto até 1000€»
vs. «Ganhe um desconto até 1000€»
Gostaria de saber se é correto a utilização da preposição de na seguinte frase: «Ganhe um desconto de até 1000€».
Lhe, objeto indireto sem preposição
Os pronomes pessoais do caso oblíquo átono não vêm precedidos de preposição, os pronomes lhe e lhes são átonos, porém eles podem ser usados como objeto indireto que vem precedido de preposição.
Não entendi isso.
Vocês poderiam me ajudar?
Obrigado.
As várias acepções de alagado
Tenho ouvido pessoas dizerem "alagado" como "estragado", “desarranjado”. Conhecia a expressão como sendo cheio de água. Podem esclarecer-me?
O uso do imperativo do verbo ficar
Nos verbos que estão no imperativo (ex: «fique/fica sentado, Lucas!») há voz ativa ?
Grato pela resposta.
