DÚVIDAS

A diferença entre uma consoante fricativa e uma africada
Gostaria, primeiramente, de agradecer ao professor Carlos Rocha que tão gentilmente respondeu a minha pergunta que recebeu o título de “Africadas, fricativas e galego-português”. Entretanto, tomo a liberdade de pedir alguns esclarecimentos, sobre aspectos que, ainda, não pude compreender perfeitamente, esperando que não seja incómoda a minha nova pergunta sobre assunto que, anteriormente, já abordara: I) Qual é a diferença de uma consoante fricativa e uma africada? II) No galego-português medieval havia somente os seguintes sons: [ts], [s], [dz] e [z], sendo excluído os sons apicoalveolares? III) As palavras atualmente escritas em português com "s-", "-s-" "-ss-",como "sapato", "casa","passo", eram outrora pronunciadas como, atualmente, pronuncia-se o "z" na pronúncia do espanhol de Madri, ou seja [ө]? Desde já muito agradeço a tão gentil atenção a mim concedida.
Sobre a palavra anti-stress
Com o estrangeirismo stress formamos a palavra "anti-stress", dado haver sempre hífen entre o prefixo e estrangeirismos, nomes próprios e siglas. 2. Perguntas: a) Em "anti-stress", devemos escrever "anti-stress" (com aspas ou itálico no 2.º elemento) por estar envolvido um estrangeirismo? b) Se recorrer ao termo aportuguesado "stresse" (já registado nos dicionários da Porto Editora e da Academia das Ciências), devo escrever "antisstresse", aplicando a Base XVI, ponto 2. a), do texto do novo Acordo? c) De onde vem a regra da hifenização antes de estrangeirismos, nomes próprios e siglas, uma vez que não a encontro no texto do Acordo? Aplica-se a mesma regra aos acrónimos? Obrigado e bom trabalho!
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa