A grafia de indústria e industrial
Queria saber a razão de a palavra "indústria" ser acentuada, e "industrial" não.
A regência da palavra conclusão [= «acção de concluir»]
Gostaria de saber, no âmbito do denominado "dequeísmo", se no plano escrito é necessário, ou mais correcto, acrescentar a preposição "de" à expressão "chegando à conclusão DE que..."?
Obrigado pela atenção.
Ouviram do ipiranga
Qual o sujeito da oração «Ouviram do ipiranga, às margens plácidas, de um povo heróico o brado retumbante» da letra do Hino Nacional Brasileiro de Osório Duque Estrada?
Sobre o duplo plural de gel
Vejo no Dicionário (brasileiro) Houaiss que o plural de «gel» tanto pode ser «geles» como «géis». Será assim também em Portugal? Além de eu evitar o plural, a empregá-lo, optaria sempre por «geles». Terei ou não razão?
Contagem das sílabas métricas
A propósito de um texto de Antero, gostaria que me esclarecessem quanto ao processo de contagem das sílabas métricas.
Que/bra/da a es/pa/da /já/ ro/ta a ar/ma/du/ra...?
Si/lên/cio e es/cu/ri/dão?
Grata pela atenção prestada.
«Acertar na muche»
Diz-se «acertar na "muche"»? Ou é 'buche'? Já li e ouvi das duas maneiras... Qual a origem e o significado da expressão?
Obrigado.
Ir e vir como verbos principais na conjugação perifrástica
Durante uma conversa de amigos surgiu uma dúvida relativamente ao uso de «vai vir/vai ir/foi indo/etc.». Tenho o hábito de, perante estas dúvidas, efectuar uma pequena pesquisa no Ciberdúvidas, no entanto desta vez fiquei confuso. Gostaria que comentassem a dúvida que descrevi anteriormente, bem como duas respostas dadas no Ciberdúvidas (embora as perguntas me pareçam similares, as respostas são opostas): Há-de vir/vou «Vai vir chuva»
Obrigado por todo o tempo dispensado.
Tampouco e tão pouco
Qual a diferença entre «tampouco» e «tão pouco»?
O presente histórico ou narrativo
Sou estudante de Letras e frequente usuária dos serviços do Ciberdúvidas. Recentemente comecei a trabalhar como estagiária em uma editora e tenho a árdua missão de revisar uma tradução clássica do livro “Napoleão Bonaparte” de Octave Aubry, que será editado novamente. Ao iniciar a revisão notei uma "característica" no texto: a narração começa no passado, mas em um certo ponto passa a oscilar entre presente e passado. Fiquei bastante confusa e decidi recorrer aos renomados especialistas que desenvolvem um maravilhoso trabalho neste ‘site’. A primeira frase do livro é esta:
«Tudo estava perdido: sua velha Guarda, cercada pelos corpos prussianos ou ingleses, fazia-se despedaçar, ao grito de 'Viva o imperador!', tão alto ainda que dominava o canhão.»
A narração inicia-se no passado, mas no decorrer da leitura encontrei o seguinte trecho e a partir dele ela passa a ser feita no presente (voltando ao passado posteriormente e assim sucessivamente):
«Caulaincourt esperava-o no portão. Corre para Napoleão, ajuda-o a apear-se. O imperador sobe penosamente a escada...»
Peço encarecidamente que ajudem-me neste dilema: tal oscilação de tempo verbal é uma questão de estilo do autor ou a tradução está completamente errada?
Agradeço desde já a paciência e o espaço cedido para a exposição de minha dúvida.
Os particípios passados de pagar, gastar e ganhar
Há verbos cujo particípio passado regular caiu em desuso ao longo dos tempos, como é o caso de pagado, do verbo pagar, usando-se agora a forma regular – pago. Existem mais verbos cujo particípio passado regular foi substituído pelo irregular?
