A expressão «bem-vindo de volta»
A expressão «bem-vindo de volta» é pleonasmo?
Traze-lo e faze-lo
Agradeço-lhes o link que me enviaram, mas a minha dúvida persiste, pois tanto nas linguagens atuais literária e corrente como em vários livros com exercícios gramaticais as formas verbais traze-lo ou faze-lo nao existem, ou seja, usa-se a mesma forma verbal para a segunda pessoa do singular do presente do indicativo e para o imperativo; Trá-lo ou Fá-lo. A título de exemplo cito o livro de Leonel Melo Rosa, Vamos Lá Continuar!, na página 91, exerc. 25:
«Trazes o disco logo à noite?» < «Trá-lo.»
Será que me podem esclarecer?
Condicional / futuro do pretérito
Quando estudei na escola primária aprendi uma forma verbal chamada "condicional". Tempos depois as gramáticas brasileiras passaram a chamar essa forma de "futuro do pretérito". Ora, a mesma forma verbal tanto expressa uma situação de condição (eu compraria aquele carro se o preço fosse mais baixo) como também pode expressar um futuro de um passado que entretanto não é ainda o presente – é portanto o futuro do pretérito (anos atrás não imaginava que compraria o carro que tenho hoje). Nos dois parênteses acima o verbo comprar aparece com a mesma forma mas com os sentidos diversos, não havendo portanto dúvidas acerca da exatidão das duas designações. Ocorre entretanto que em 90% dos casos da linguagem usual o sentido é de condicional, não de futuro do pretérito. Ademais, este segundo sentido é produto de uma linguagem mais elaborada, fora do alcance de uma criança do curso primário, argumentos que ao meu ver justificariam a manutenção do termo "condicional", já que além da maior freqüência do primeiro é naquele curso que tomamos conhecimento da forma verbal. Tenho notado ao longo da vida que os profissionais de qualquer área (inclusive da minha Engenharia) têm a tendência de criar uma linguagem complicada, fora do alcance dos "iniciados", parecendo ser esta a única razão dos gramáticos brasileiros terem passado a adotar a designação de "futuro do pretérito". Parece-me que em Portugal continua-se a usar a designação de "condicional". Poderiam os senhores, por gentileza, esclarecer o assunto? P.S.: Sou engenheiro civil, professor do curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica de Pernambuco, e Inspetor de Obras Públicas do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco. Embora engenheiro 24 horas por dia tenho um grande interesse pela minha língua, por estar convencido de que o idioma é o maior traço da identidade de um povo. O local de acesso a este endereço eletrônico é o Tribunal de Contas.
A classe dos verbos auxiliares modais
O que são verbos modais?
Filipe / Felipe
Gostaria de saber a razão para a grafia deste nome no Brasil ser com "e" e em Portugal com "i". Poderá em Portugal a grafia Felipe ser considerada incorrecta?
«Faz-me (ou fazem-me) lembrar»?
Gostaria que me esclarecessem uma dúvida. Num artigo, afirma-se:
«Eles aí estão "em estágio". Faz-me lembrar os hooligans...»
É correcta a utilização de «Faz-me»? Não deveria ser «Fazem-me lembrar»?
Antecipadamente grato pelo vosso esclarecimento.
O feminino de ladrão
O feminino de ladrão é ladra? E porquê?
Raiz vs. radical (da palavra)
Quando falamos sobre a estrutura das palavras, aprendemos que o morfema central delas é o radical, por ser a base que carrega a significação das palavras e à qual se adicionam os demais morfemas (afixos, desinências, vogais temáticas e vogais e consoantes de ligação).
Teoricamente, o radical de uma palavra não muda, porém, quando analisamos as famílias das palavras, não é difícil encontrar diferenças na base significante de palavras de mesma família. Por exemplo, a palavra pedra (radical pedr) é da mesma família da palavra petrificado (radical alterado para petr). Da mesma forma, a palavra sabão (radical sab) é da mesma família da palavra saponáceo (radical alterado para sap).
Está claro que essa diferença está ligada à origem da palavra no latim, grego, etc. Porém, como explicar isso didaticamente? O radical pode ou não pode sofrer alterações? Qual a diferença entre raiz da palavra e radical da palavra?
Obrigada desde já pela ajuda.
Você e Vossemecê
Hoje em dia qualquer jornalista trata qualquer entrevistado por "Você". Dizem eles que apenas actualizam a antiga fórmula do "Vossemecê". Terei razão?
A noção de perífrase verbal
Preciso de ajuda sobre o tópico “perífrase verbal”.
Tenho um trabalho da faculdade sobre esse tema e locução verbal, mas nas referências pesquisadas os autores falam muito superficialmente, outros nem falam disso e outros, ainda, dizem que é a mesma coisa... estou perdida!
Estou procurando ajuda no Google e encontrei alguns “sites”, mas sem muitos esclarecimentos também.
Aproveitei para enviar mensagens a todos que encontrei o endereço. Se puder ajudar, vai ser de grande valia!
Conto com a ajuda e conhecimentos de todos.
Desde já agradeço qualquer colaboração.
