DÚVIDAS

Plural de Pai Natal, de novo
Apesar do V/ esclarecimento sobre este assunto continuo com muitas dúvidas. Na TV e Rádio continuo a ouvir o célebre Pais Natal. Os colegas com quem falo dizem-me que ninguém utiliza o plural Pais Natais, de resto não soa bem, além de me apresentarem exemplos como homem sombra e não homens sombras, e outros. Daí as minhas dúvidas. Deve optar-se por seguir o dito geral ou este está mesmo mal e deve-se remar contra a maré, por assim dizer. Não queria ser o único a dizer Pais Natais e ter que carregar com o peso de todos acharem que eu é que estou mal. Além da minha profissão exigir o uso correcto do português. Agradeço uma explicação mais aprofundada. Obrigado.
A regência dos verbos alertar e avisar
Antes de mais, o grande agradecimento ao site – um tira-teimas de que me socorro muitas vezes – e os parabéns! Agradeço esclarecimento sobre a regência do verbo alertar e do verbo avisar com oração completiva (a verdadeira dificuldade das regências): 1) «Eu avisei [alguém] de que/que chegaria tarde.» 2) «Os media alertaram [os idosos] para que/que/de que devem ficar em casa devido à vaga de calor.»
A forma enfática e a dupla negação
Li tudo o que têm vindo a explicar sobre a forma enfática e a dupla negação, contudo ficou-me uma dúvida: numa frase com dupla negação, a forma é enfática? É que eu tinha a ideia de que uma das características da forma enfática era o facto de se por retirar da frase os elementos que dão ênfase, sem prejuízo algum para o sentido da mesma frase, mas, na dupla negação, isto não acontece. Agradeço todo e qualquer esclarecimento. Obrigada pela disponibilidade!
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa