O verbo passar com complemento oblíquo
«Passou a tarde na sala de jogos.»
Qual a função sintática de "na sala de jogos"? Complemento oblíquo ou modificador do grupo verbal?
Complemento oblíquo em «vir com (alguma coisa/alguém)»
Na frase «depois chegou o amor: veio com a liberdade», o segmento «com a liberdade» é um complemento oblíquo?
A construção «depois de na segunda-feira»
Queria saber se uma expressão que eu vejo muito é especificamente de Moçambique ou é um erro ou dito.
A expressão combina as palavras de e na.
Aqui está um exemplo: «depois de na segunda-feira».
Sei que isso é estranho no Brasil, mas já achei alguns artigos de português europeu que usam (raramente) a expressão também.
O verbo servir com complemento oblíquo
Na frase «no encontro histórico de 1843 [de Garrett] com Passos Manuel, que serviu de pano de fundo ao romance e à deambulação...», qual seria a função sintática de «de pano de fundo»? Seria complemento oblíquo?
Agradeço desde já a ajuda.
Redobro do pronome átono na frase
«agrediram-se uns aos outros»
«agrediram-se uns aos outros»
Na frase «Os lutadores agrediram uns aos outros», qual a função sintática do termo «uns aos outros»?
Obrigado.
Modificadores, complementos oblíquos, complementos indiretos
Tendo em conta as diversas explicações avançadas pelas diversas gramáticas existentes no mercado e pelos recursos fornecidos pelas editoras, continua a haver exemplos de frases que suscitam dúvidas quanto à classificação dos constituintes que tanto podem ser modificadores, como complementos oblíquos ou até complementos indiretos.
É o caso das frases:
«A Joana trabalha em Lisboa.» («em Lisboa» – é modificador ou c. oblíquo?)
«O que aconteceu deve-se à tua falta de trabalho.» («à tua falta de trabalho» – é complemento oblíquo ou complemento indireto?)
E se fosse «O que aconteceu deve-se à tua mãe»? (à tua mãe» – não seria complemento indireto – deve-se-lhe?)
Obrigada.
Uma oração como predicativo do sujeito: «seria ele a decidir»
Gostaria de esclarecer a seguinte dúvida: na frase «Se soubesse, seria ele a decidir», que função sintática desempenha a expressão «a decidir»?
Obrigada pela atenção.
A sintaxe do verbo transformar II
Na frase «Eu transformei o príncipe num sapo», qual a função sintática desempenhada pelo segmento «num sapo»?
Eu interpreto como um complemento oblíquo (X transformar Y em Z), no entanto, perguntaram-me se não poderia ser interpretado como predicativo do complemento direto.
Os meus agradecimentos pelo excelente trabalho que fazem.
A expressão «tocar ao piano»
Não me parece que haja controvérsia quanto à normal culta pressupor que uma pessoa se sente «ao piano», jamais «no piano», quando se quer expressar que se tenha sentado no banco do instrumento para executar uma obra musical. Depois desse estágio, começam minhas dúvidas.
Sei que Napoleão Mendes de Almeida acolhe «tocar ao piano» e condena "tocar no piano". Entretanto tocar (ou executar) "no piano" (executar uma obra por meio do instrumento) é indiscutivelmente errado no que tange à normal culta?
Além disso, quando a construção se transforma um pouco e se faz uso de "execução" ou "performance", então também "execução no piano" e '"performance no piano" são construções condenáveis, tornando-se imprescindível o uso de "execução ao piano" e "performance ao piano"?
Muito obrigado!
Manter-se como verbo copulativo
Na frase «ele mantém-se no hospital», «no hospital» é considerado predicativo do sujeito?
