A pontuação de «e não é que funcionou»
No contexto de trabalho, surgiu uma dúvida relativamente à pontuação da frase – e passo a citar – «E não é que funcionou».
Uma colega dizia-me que seria uma afirmação, com ponto final: «E não é que funcionou.»
No entanto, para mim, seria obviamente uma interrogação: «E não é que funcionou?» (ou, quanto muito, uma exclamação: «E não é que funcionou!»)
Gostaria de esclarecer esta questão e perceber, então, o porquê.
Muito obrigada.
Oração condicional seguida de vírgula
A frase abaixo está correta? Fiquei em dúvida sobre o «só se nos permitirmos» quando com a vírgula antes de «construiremos».
«Só se nos permitirmos olhar para o mesmo objetivo com diferentes pontos de vista, construiremos novas estratégias.»
Obrigada.
A partícula de exclusão senão
Observem a frase:
«Não fazia coisa alguma SENÃO CRITICAR.»
A oração em caixa alta é uma adversativa? Se for, o senão não deveria estar virgulado?
Desde já agradeço a enorme atenção dos Senhores!
Apóstrofo e preposição de
É correto contrair a preposição de com palavras começadas por vogal? Em textos anteriores à reforma ortográfica de 1911, é comum ver contrações como "d'imaginação" ou "d'enthusiasmo".
Ainda são aceites nos dias de hoje?
Adjunto adverbial virgulado
Eu gostaria de saber se a seguinte frase deve ter necessariamente seu adjunto virgulado: «De lá para cá suas formas se ampliaram.»
Observando que tem longa extensão, deve-se colocar vírgula?
De acordo com a obra de Maria Piacentini (2017), locuções adverbiais podem ter vírgulas dispensáveis, quando não há necessidade de ênfase ou pausa.
Qual posição deve ser adotada?
Vírgula e sujeito posposto
Em cada uma das frases seguintes devo colocar uma vírgula ? Onde?
1) «Não lhe desculpou a indelicadeza esta senhora vaidosa e castigadora.»
2) «Veio ao fim do dia o valente cavaleiro.»
Porque a começar frase
A conjunção subordinativa causal porque pode iniciar uma frase, sem ligação a uma oração subordinante?
«Porque nos permite entender a história.»
Obrigado.
Uma vírgula de Sophia de Mello Breyner
Considere-se a seguinte frase:
«E Florinda acordou, sacudindo os cabelos, esfregou os olhos, e disse:...» (Sophia de Mello Breyner Andresen, O Rapaz de Bronze, 20.a ed., Edições Salamandra, s/d)
Gostaria de saber a justificação para o uso da vírgula antes da copulativa "e".
Grata pela atenção.
Uma vírgula num apólogo de Machado de Assis
Estou intrigado com o seguinte uso da vírgula após o pronome relativa que usado na narrativa "Um apólogo" de autoria de Machado de Assis:
«Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:...»
Afinal, por que mesmo usar a vírgulas após esse pronome que, se a oração «disse a um novelo de linha» é adjetiva restritiva?
Por gentileza, poderiam me esclarecer o motivo de usar a vírgula neste caso?
Desde já, agradeço o apoio de sempre.
N. E. – Um apólogo é uma «narrativa em prosa ou verso, geralmente dialogada, que encerra uma lição moral, e em que figuram seres inanimados, imaginariamente dotados de palavra» (Dicionário Houaiss).
Sujeito posposto e vírgula: «Começa cedo, a criaturinha»
É verdade que existem algumas respostas sobre este assunto. Contudo, a minha dúvida não é contemplada em nenhuma. Pelo menos, eu penso que não e peço desculpa, se estiver enganada.
Estive a ver as exceções ao uso da vírgula entre o sujeito e o predicado e não respondem à minha dúvida.
Gostaria que me esclarecessem se é possível colocar uma vírgula entre estas duas funções sintáticas, no caso de haver uma inversão : " começa cedo, a criaturinha"
A vírgula anterior e possível ou é, de todo, impossível?
Desde já agradeço.
