Início Atualidades Montra de Livros
Novidades editoriais (dicionários, gramáticas, publicações científicas, etc.).
Por Teresa Simão

«Ir a alacar» (=«ficar para trás»), «sair tudo de rapa terrão» (= «à pressa, sem concentração») ou «ir p'ra vea d'água» (= «ser tudo mentira») são três das muitas expressões e palavras reunidas por Teresa Simão, linguista e investigadora da Universidade de Évora, neste novo contributo para os estudos de Dialetologia em Portugal.

Por Sara de Almeida Leite

«No dia a dia, na escola, no trabalho ou na vida familiar são vários os textos que temos de redigir: um pequeno recado, uma redação, uma ficha de leitura, um resumo da matéria, a ata da escola ou da reunião de condomínio, uma carta formal de apresentação e um curriculum vitae, um relatório para apresentar no trabalho, um requerimento formal ou simplesmente porque nos queremos aventurar na escrita e elaborar um poema ou um conto. (...)»

Por Marco Neves

Com edição de Guerra e Paz, trata-se do mais recente livro do professor universitário, tradutor e revisor Marco Neves, agora num registo ficcional inovador no contexto da divulgação e debate de temas da língua portuguesa. 

Por Maria Luísa Ortiz Alvarez / Luís Gonçalves (orgs.)

O Mundo do Português e o Português no Mundo afora: Especificidades, Implicações e Ações (Pontes Editores, Campinas, SP), com a organização dos linguistas  Maria Luísa Ortiz Alvarez e Luís Gonçalves, é uma abordagem de sete especialistas em outros tantos sete domínios  da lingua.

Entre esses sete contributos, conta-se o de anterior diretor executivo do  Instituto Internacional da Língua PortuguesaGilvan Müller de Oliveira, com o trabalho "O sistema de normas e a evolução demolinguística da língua portuguesa", disponível na íntegra aqui.

Por Evanildo Bechara

Novo Dicionário de Dúvidas da Língua Portuguesa tem a autoria do gramático, linguista e filólogo brasileiro Evanido Bechara – contando com a colaboração lexicógrafa Shahira Mahmud.

Por Luís Antero Reto, Fernando Luís Machado e José Paulo Esperança

Novo Atlas da Língua Portuguesa (na imagem), da autoria dos professores do ISCTELuís Antero Reto, Fernando Luís MachadoJosé Paulo Esperança*, encontra-se dividido em 10 capítulos, com informação atualizada sobre, entre outras áreas, o número de falantes atuais de português, a sua projeção até 2100 e sobre o ensino de português no mundo, com particular relevância dos casos dos Estados Unidos e da China – países considerados de «importância estratégica» na Introdução da obra, que a seguir se transcreve. Com edição em português e em inglês, inclui ainda um prefácio do sociólogo Augusto Santos Silva (à data de publicação, ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal).

 

* Dos mesmos autores – conjuntamente com Moahamed Azzim Gulamhussen e António Firmino da Costa –, foi anteriormente publicado o estudo Potencial Económico da Língua Portuguesa (disponível em formato PDF, aqui).

Por Graça Rio-Torto, Alexandra Soares Rodrigues, Isabel Pereira, Rui Pereira e Sílvia Ribeiro

Segunda edição, com algumas reformulações, da Gramática Derivacional do Português, obra  coordenada pela professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra Graça Rio-Torto.

Por Alexandre Borges, Alexandre Luz, Gabriel Santos, Joana Valeriano, Madalena Botelho, Pedro Correia, Ricardo Coutinho, Rodrigo Moita de Deus, Rui Estrela, Salomé Serra, Sara Dias, Tiago Teixeira e Tomás Aranha

A comunicação tem-se mostrado de suma importância no mundo globalizado, com novas terminologias sempre a surgirem. Faz, portanto, sentido o surgimento de uma obra como o Novo Dicionário Comunicação, da Editora Chiado.

Por Sandra Duarte Tavares

«Falar bem, Escrever melhor [...] não se cinge somente ao domínio da identificação de erros comuns e na sua correção, no plano ortográfico, fónico, semântico e sintático, mas vai bem mais longe. (...)»

Por José Alfredo Neto

Um dicionário humorístico que define palavras que o seu compilador classifica como supimpas. Uma obra que não pretende dar conta de um saber linguístico coletivamente partilhado, mas antes afirmar-se como um exercício individual, provocatoriamente à margem da seriedade das convenções lexicográficas.