Rui Tavares - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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Rui Tavares
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Rui Tavares (Lisboa, 1972) formou-se em História e História da Arte, especializando-se no estudo do século XVIII. Colabora no jornal Público, na revista Blitz e no canal SIC Notícias, e exerce atividades enquanto escritor, tradutor, historiador e político. São da sua autoria as seguintes obras literárias O Arquitecto, O Fiasco do Milénio, Pobre e Mal, Agradecido e O Regicídio.

 
Textos publicados pelo autor
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A propósito dos debates à volta da atualidade política internacional  na Europa, o historiador e cronista* Rui Tavares cria o neologismo entãosismo, com base no marcador discursivo «e então...?» e para traduzir o inglês whataboutism, termo aplicável a uma variante do argumento tu quoque, isto é, um contra-argumento falacioso através do qual se acusa o interlocutor de não praticar o que diz.

* in jornal "Público" de 31 de agosto de 2018.

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Mudanças semânticas no discurso polírtico-ideológico em Portugal

«Algumas das palavras mais importantes do nosso vocabulário político mudaram de sentido no século XVIII para adquirirem um significado mais amplo», lembra neste artigo* o historiador Rui Tavares, a propósito do lançamento de um novo partido em Portugal que se reclama de «liberal» – à semelhança de outros dois já existentes, igualmente no espectro ideológico de direita. 

* in  jornal  português "Público". de 22 de agosto de 2018

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Sobre o filósofo muçulmano Al Farabi (872-945), de cujo nome derivou o termo  termo afarrabista  sebo no Brasil – neste texto do historiador e político português Rui Tavares, que se transcreve a seguir na integra do jornal "Público" de 2 de março de 2018.

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Crónica que o historiador e político Rui Tavares publicou no jornal Público em 30/11/2015 a propósito da tomada de posse de um novo governo em Portugal, em 26/11/2015, acontecimento que também surpreendeu por romper com um velho hábito linguístico português.

Crónica do autor, na sua coluna no jornal "Público" de 6/02/2012, a propósito do cancelamento do Acordo Ortográfico no Centro Cultural de Belém em Lisboa, ordenado pelo seu novo presidente, Vasco Graça Moura.