Lusofonias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos que versam sobre política de língua.
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«Vem da língua portuguesa uma parte enorme do vocabulário do tétum praça, língua franca de Timor, língua nacional e língua co-oficial. Até muitos dos palavrões que os timorenses usam quando se zangam são portugueses! Esta cultura mestiça euro-asiática moderna marca a diferença e a maneira específica de os timorenses se afirmarem no contexto regional. Está aí a raiz da nacionalidade leste-timorense», escreve o autor neste artigo ainda atual, apesar de publicado há dez anos, na edição de 23/09/2005 do jornal bilingue timorense Lia Foun, uma publicação já desaparecida (ler apontamento do blogue Mosun). T´tulo e subtítulos da responsabilidade do Ciberdúvidas.

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Por Lusa

«Serão apenas cem os luso-descendentes falantes de crioulo de Malaca», regista este texto da agência Lusa, saído no jornal "Público" do dia 26 de dezembro de 2015. «O chefe da comunidade teme que se extinga, mas acredita que, enquanto existir o Povoado Português na cidade, o crioulo sobreviverá.»

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Texto que Renato Epifânio, presidente residente do Movimento Internacional Lusófono (MIL), publicou em 27/12/2015, no jornal Público, em defesa de uma visão positiva da ideia de lusofonia.

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Preocupações e experiências pessoais

Intervenção do autor no Congresso "Ensino Superior e Lusofonia", organizado pelo Instituto Universitário da Maia, realizado nos dias 26 e 27 de novembro de 2015,  sobre a sua experiência pessoal, em contextos colonial e pós-colonial. 

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«Se em países africanos o português é factor de "unidade", em Timor se se falar apenas português os jornalistas "não vão perceber"», foi dito no debate "O futuro da língua portuguesa" [realizado em Lisboa, no âmbito da celebração do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP, a 5 de maio de 2015] – conforme se reporta nesta notícia do jornal "Público" do dia 5/05/2015.

 

 

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Por Lusa

«A Europa é o espaço em que o português tem maior dificuldade em se afirmar como uma grande língua e Portugal não está a fazer o suficiente para reverter este quadro» – considera o deputado português José Ribeiro e Castro (CDS-PP), em declarações à agência de notícias Lusa, por ocasião das comemorações do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, em Lisboa.

 

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Em Angola como se recorda nesta notícia publicada no semanário luandense "Nova Gazeta", de 20/11/2014 , mais de 100 mil alunos, de nove províncias, já aprendem línguas nacionais na escola primária, juntamente com o português.

 

 

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«Espartilhado nas suas componentes e obrigações em dependência CPLP, que mais poderia ser o Instituto Internacional da Língua Portuguesa que um simples secretariado executivo de decisões superiores ou alheias, atropelando os planos e iniciativas dos seus especialistas?»

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Por Francisco Edmundo

«Hoje, existem dicionários, gramáticas, Bíblias, manuais didácticos, poemas, livros de contos em algumas línguas [nacionais de Angola]. Porém, a política linguística [no país] enfrenta um gigantesco dilema: que língua nacional introduzir em certos domínios da vida nacional? Que língua nacional e em que nível alfabetizar, ensinar ou escolarizar sem promover a diferenciação dos grupos étnicos, tribalização ou regionalização? [A verdade é que esta é uma questão sensível com] a potencialidade...

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«Desde a sua criação, em 17 de Julho de 1996, até agora, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) assistiu a mudanças decisivas nas relações internacionais, que a levaram, também, a mudar o paradigma da sua existência.» In jornal “Público” de 6/07/2014.