Lusofonias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos que versam sobre política de língua.
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Frases feitas e esvaziadas de cordialidade

As frases feitas estão por todo o lado, de tal forma que o seu conteúdo parece ter-se esvaziado.É o caso da expressão «em que mais posso ajudá-lo», recorrente no comércio, como escreve o autor, em crónica originalmente publicada no jornal Público, de 16 de novembro, que a seguir transcrita com a devida vénia. 

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O estatuto do português nos países africanos de língua oficial portuguesa

Discordando da promoção do uso extensivo das línguas nacionais nos países africanos de língua oficial portuguesa, o jornalista angolano José Luís Mendonça defende a ideia de Lusofonia, considerando que a língua portuguesa deve manter o estatuto de língua principal nesses Estados, entre eles, Angola e Moçambique, a bem da unidade dos mesmos.

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Na terra terra dos Fonsekas, dos Fernandos e dos "Perera"

O muito de português num dos  poucos países sem um nome próprio em português – as formas aportuguesadas SeriiLanca (tal como se encontra abonada no Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa) e Sri Lanca não se impuseraram nos media –, neste texto* do professor universitário e tradutor Marco Neves, a propósito do ataque terrorista contra quatro hotéis e três igrejas cristâs, no dia 21/04/2019, causando mais de mil vítimas, entre mortos e feridos.

 * transcrito, com a devida vénia, do blogue Certas Palavras, conforme a norma ortográfica do original.

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Cinco anos passados da entrada do país na CPLP

A despeito do compromisso da Guiné Equatorial na adoção do português como terceira língua oficial do país, cinco anos passados da sua entrada na CPLP,  com o estatuto de membro de pleno direito, até a página oficial do Governo de Malabo  continua só em espanhol, em francês e.. em inglês. Quanto à outra condição – a abolição da pena de morte no país –  é o que se sabe

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A análise do verbo estar no Brasil e não só

No Brasil, as frases «ele está doente» e «ele está na sala» são analisadas de maneira diferente. Na primeira, está é um verbo de ligação, e doente, um predicativo do sujeito; mas, na segunda, o mesmo verbo é considerado intransitivo, e a expressão «na sala» constitui um adjunto adverbial*. O linguista brasileiro Aldo Bizzocchi revela que o uso intransitivo («ele está na sala») pode ser compreendido no contexto do funcionamento de estar como verbo de ligação, também evidenciando o contraste destas frases do português com as suas homólogas na língua inglesa. Texto do referido autor publicado no seu blogue Diário de um Linguista em 22/01/2019.

* Em Portugal, no contexto da terminologia gramatical atualmente empregada no ensino não universitário – a do Dicionário Terminológico –considera-se que, em ambas as frases, o verbo estar é sempre um verbo copulativo, pelo que tanto o adjetivo como a expressão adverbial desempenham as funções de predicativo do sujeito.

 

 

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Sobre a variação histórica e contemporânea da língua portuguesa

Uma perspetiva do tradutor Marco Neves sobre a proximidade e as tendências de afastamento entre o português de Portugal, o português do Brasil e o galego (texto publicado no blogue Certas Palavras em 1/11/2018; todas as imagens provêm do original).

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Moçambicana Marisa Mendonça, em fim do mandato, apreensiva com indefinição do IILP
Por Lusa

A 15 dias da realização da XII Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), marcada nos dias 17 e 18 de julho de 2018, em Santa Maria, na ilha do Sal, em Cabo Verde, em entrevista à agência Lusa – e transcrita pelo diário digital Observador do dia 11/07/208 –, a diretora executiva do Instituto Internacional da língua Portuguesa (IILP), a moçambicana Marisa Mendonça, mostrou-se apreensiva por não existir, até ao momento, decisão sobre quem a sucederá. Outro problema, este recorrente no IILP: os atrasos no pagamento das quotas por parte dos países-membros, o que  tem obrigado e o instituto a funcionar com 8% do seu orçamento.

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Descendentes dos navegadores portugueses em Singapura

Reportagem publicada no semanário macaense  Ponto Final, de 7 de abril de 2018  sobre o milhar de descendentes dos navegadores portugueses que passaram por Singapura há 500 anos. Texto de Sílvia Gonçalves, fotografias de Eduardo Martins.

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«A CPLP tem má imagem e muitos falam em impasse ou mesmo em fracasso. Mas as boas iniciativas são ignoradas quando não são travadas por alguns dos Estados membros que ainda não se convenceram da sua pertinência. [Por exemplo, na cooperação linguística.] (...)»

[artigo da jornalista Nicole Guadiola, publicado na edição impressa da revista África XXI de julho de 2017, que se transcreve a seguir, com a devida vénia.]

 

 

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«A língua portuguesa é a quarta mais falada no mundo, e se «a língua é poder» não lhe basta ser, é preciso ser reconhecida como tal» – diz a presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Ana Paula Laborinho, em entrevista ao semanário Expresso, de 1/10/2016.