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Textos que versam sobre política de língua.
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Moçambicana Marisa Mendonça, em fim do mandato, apreensiva com indefinição do IILP
Por Lusa

A 15 dias da realização da XII Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), marcada nos dias 17 e 18 de julho de 2018, em Santa Maria, na ilha do Sal, em Cabo Verde, em entrevista à agência Lusa – e transcrita pelo diário digital Observador do dia 11/07/208 –, a diretora executiva do Instituto Internacional da língua Portuguesa (IILP), a moçambicana Marisa Mendonça, mostrou-se apreensiva por não existir, até ao momento, decisão sobre quem a sucederá. Outro problema, este recorrente no IILP: os atrasos no pagamento das quotas por parte dos países-membros, o que  tem obrigado e o instituto a funcionar com 8% do seu orçamento.

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Descendentes dos navegadores portugueses em Singapura

Reportagem publicada no semanário macaense  Ponto Final, de 7 de abril de 2018  sobre o milhar de descendentes dos navegadores portugueses que passaram por Singapura há 500 anos. Texto de Sílvia Gonçalves, fotografias de Eduardo Martins.

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«A CPLP tem má imagem e muitos falam em impasse ou mesmo em fracasso. Mas as boas iniciativas são ignoradas quando não são travadas por alguns dos Estados membros que ainda não se convenceram da sua pertinência. [Por exemplo, na cooperação linguística.] (...)»

[artigo da jornalista Nicole Guadiola, publicado na edição impressa da revista África XXI de julho de 2017, que se transcreve a seguir, com a devida vénia.]

 

 

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«A língua portuguesa é a quarta mais falada no mundo, e se «a língua é poder» não lhe basta ser, é preciso ser reconhecida como tal» – diz a presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Ana Paula Laborinho, em entrevista ao semanário Expresso, de 1/10/2016.

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«Uma conferência sobre os 30 anos de Português na União Europeia [realizada em Lisboa em 26/09/2016, no Museu do Oriente], não mereceu atenção da imprensa diária, que por acaso precisa dessa matéria-prima para trabalhar. Mas isto é apenas o corolário da falta de estratégia a que nos últimos 40 anos os sucessivos governos têm votado o português. (...)», escreve o jornalista Nicolau Santos, neste artigo publicado no semanário Expresso de  1/10/2016, que a seguir se transcreve na íntegra, com a devida vénia.

«(...) Com a quase certa não adesão do Reino Unido ao sistema da patente unitária (...) discute-se já entre governos e diplomatas quem vai receber a delegação do Tribunal Unificado das Patentes que deveria ficar sediado em Londres. Uns defendem que fique em Bruxelas ou na Holanda, por serem no centro da Europa. Outros sugerem Espanha, assim tentando cativar os Espanhóis para um sistema de que, prudentemente, mas porventura sabiamente, se afastaram.

Ora, mas e porque não Portugal?...)»

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Artigo publicado no jornal Público de 18/05/206, com o título original "Registo de marcas no espaço da CPLP – para quando a marca lusófona?", da autoria do presidente do Grupo Português da Associação Internacional para a Proteção da Propriedade Intelectual.

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No contexto das comemorações do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, o atual ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, realça a crescente afirmação global da língua portuguesa, sublinhando: «O que é promover a língua portuguesa? É promover a sua afirmação como língua internacional, de comunicação e de negócios. É promover o seu ensino, em todos os níveis. É promover o seu uso, quotidiano e cultural. É promover a criação que se exprime em português. E é promover o diálogo e a cooperação entre todos os seus falantes, e as comunidades, nações e países que eles formam.» Artigo publicado no Jornal de Notícias de 5/05/2016.

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«A língua que nos une e queremos valorizar é uma língua policêntrica e pluricontinental; integra múltiplas variedades, todas de igual valor», acentua, neste artigo publicado no semanário Expresso do dia 25 de março de 2016, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, destacando, em concreto, «o reforço do Instituto Internacional da Língua Portuguesa e a ênfase na produção de conteúdos digitais» em português. Uma tomada de posição na sequência da oposição de Angola, em particular, a Portugal assumir o secretariado executivo da CPLP, como estava previsto para este novo mandato de quatro anos, e que vai ser assumido, primeiro, por São Tomé e Príncipe.

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«Vem da língua portuguesa uma parte enorme do vocabulário do tétum praça, língua franca de Timor, língua nacional e língua co-oficial. Até muitos dos palavrões que os timorenses usam quando se zangam são portugueses! Esta cultura mestiça euro-asiática moderna marca a diferença e a maneira específica de os timorenses se afirmarem no contexto regional. Está aí a raiz da nacionalidade leste-timorense», escreve o autor neste artigo ainda atual, apesar de publicado há dez anos, na edição de 23/09/2005 do jornal bilingue timorense Lia Foun, uma publicação já desaparecida (ler apontamento do blogue Mosun). T´tulo e subtítulos da responsabilidade do Ciberdúvidas.