Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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<i>Metaverso</i>
Um novo conceito?

Por força da evolução tecnológica, o que não passava de ficção científica, materializou-se e hoje há um novo universo denominado metaverso. Qual é a origem deste termo e qual é o seu verdadeiro significado? Terá Mark Zuckerberg responsabilidade na criação do mesmo? Um apontamento de Sara Mourato que procura dar resposta a estas questões. 

O criptofanfarrão
Como traduzir o inglês humblebrag

«[...] Como chamaremos ao humblebrag? Gabarolice encapotada? Auto-fanfas? Elogios de contrabando? Sub-gabarolices? Humilfanfas? Ou Autopromoções disfarçadas?» Miguel Esteves Cardoso questiona-se acerca da tradução do inglês humblebrag («gabarola discreto»), numa crónica publicada no jornal Público no dia 7 de fevereiro de 2022.

20 insultos pouco conhecidos e inconvenientes
Palavra que roubam a dignidade de alguém

«Ao dizermos algo ofensivo, grosseiro ou indecente, estamos a insultar alguém a quem pretendemos roubar a dignidade e assaltar ou lesar a sua honra» – observa-se neste artigo publicado no magazine digital Ncultura em 6 de fevereiro de 2022 e da autoria do professor  de Português José Ferreira, que apresenta 20 insultos, de achavascado a cacóstomo, menos ou mais conhecidos, mas todos eles inconvenientes. 

Maioria
… mas sem tirania

A propósito dos resultados eleições legislativas em Portugal, que deram maioria absoluta ao Partido Socialista, a professora Carla Marques reflete sobre os significados da palavra maioria

«Tem isto cabimento?»
A inversão do sujeito numa interrogativa global

«O título é Tem a Itália os políticos que merece? Odeio esta mania de pôr o verbo à frente. Claro que a nossa língua permite que o carro se ponha à frente dos bois. Mas fica esquisito». Assim escreve Miguel Esteves Cardoso, criticando a inversão do sujeito em interrogativas globais (de resposta sim/não), em crónica incluída no jornal Público, no dia 6 de fevereiro de 2022.

Só mesmo  para sportinguistas… anglófonos?
Baby Sporting , Lion Zon, World Class Scouting, Out-of-the-box, Team Manager...

Sendo o Sporting um clube – centenário, ainda por cima – de Portugal, qual a razão da opção pelo inglês em nomes como Backstage, Lion ZonOut-of-the-box, Word Class Scouting, Team Manager, etc., etc, etc.? Interroga-se o jornalista José Mário Costa, cofundador do Ciberdúvidas neste apontamento a respeito de mais um caso de abuso dos anglicismos.

Viva o isso
«Como é que vai isso?»

«De todas as saudações que conheço, a mais portuguesa tem sempre um isso. "Como é que vai isso?" é sempre mais rico e mais espesso do que apenas "Como é que vai?"» – considera o escritor português Miguel Esteves Cardoso em crónica disponível no jornal Público do dia 29 de janeiro de 2022, discorrendo acerca da versatilidade de isso na língua portuguesa. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945.

Metáforas, terreno fértil da política
O caso português das legislativas de 2022

«Labirinto de propostas», «entrar em campo», «pingue-pongue entre esquerda e direita», «arma de arremesso», «reta final» e «cheque em branco» são algumas das metáforas usadas pelos principais políticos portugueses participantes na campanha das eleições legislativas  antecipadas de 30 de janeiro de 2022 – e descritas neste apontamento da autoria da professora Carla Marquescom o respetivo enquadramento linguístico.

Secção de voto? Já procurou por seção? Ou sessão?
O Acordo Ortográfico nas eleições portuguesas de 30 de janeiro de 2022

«Graças ao AO90 e às suas trapalhadas de duplas grafias e facultatividades, temos nestas legislativas secções de voto, mas também “sessões” (como já se viu na RTP ou em câmaras como a do Barreiro) ou “seções”, grafia usada no Brasil, mas que em Portugal é considerada inexistente pela Academia das Ciências de Lisboa e pelo próprio IILP

Artigo de opinião do jornalista Nuno Pacheco, oponente do Acordo Ortográfico de 1990 sobre o lugar que este ocupou nas discussões políticas da campanha para as eleições legislativas antecipadas, realizadas em Portugal em 30 de janeiro de 2022. Texto incluído na edição de 27 de janeiro de 2022 do jornal Público, escrito segundo a norma ortográfica de 1945, adotada no texto original.

Diospirando
Dióspiro ou diospiro?

«As eleições não vão resolver nada: em Fevereiro continuará a sentir-se a insolúvel divisão entre os portugueses que dizem diospiro e os que dizem dióspiro», observa Miguel Esteves Cardoso, em crónica publicada no jornal Público, no dia 27 de janeiro de 2022, numa brincadeira à volta da pronúncia de uma palavra com duas variantes de igual vitalidade.