Marxizante
Numa tradução de francês para português surgiu o vocábulo marxisant, que gostaria de saber se a sua correspondência em português será "marxizante" ou "marxisante"? Ou será correcto utilizar os vocábulos marxismo e/ou marxiano?
Muito obrigada.
Ainda o «sistema aeráulico»
Ainda sobre «sistema aeráulico». Muitos projectistas utilizam "aerólico" em vez de "aeráulico". Isto mesmo em peças escritas.
Este primeiro termo está igualmente correcto, ou apenas o segundo?
Continuação do vosso valioso trabalho.
Amiúde e «a miúdo», novamente
É correcto eu dizer «Eu facturo amiúdo» quando quero dizer que faço facturas de pequeno valor?
Convenhamos
Terei dito «Convenhamos! A situação não é a pior!» ou «Convenhamos que a situação não é a pior!». Informaram-me de que a conjugação deste verbo será irregular e que se diz "convenhemos". É verdade que se diz "Convenhemos que..." e "Convenhamos!"?
Não consegui esclarecer até agora esclarecer a dúvida. Tudo aponta para que em qualquer um dos casos, imperativo ou subjuntivo, se utilize "convenhamos" e que o verbo convir não é irregular.
Muitíssimo obrigada.
A regência de gostar numa oração subordinada relativa
«Flores: O presente que toda mulher gosta.»
Frequentemente, frases como a apresentada acima são proferidas em conversações informais. Para um texto escrito, no entanto, a frase não está adequada. Me explique o problema e reescreva a frase de acordo com a língua culta.
O aumentativo de casca
Qual é o aumentativo de casca?
«Como reconhecimento»
Diz-se «em reconhecimento», ou «como reconhecimento» pela sua participação?
«Camisola sem mangas» (cavada, caveada)
Gostaria de saber qual é a expressão correcta para designar uma camisola sem mangas: «camisola caveada», ou «camisola cabeada»?
Antecipadamente grato pela V. atenção.
A regência de necessário
Como se diz? «Dados necessários à simulação», ou «Dados necessários para a simulação»?
O aportuguesamento do nome latino Titus Flavius Josephus
O historiador judeu Yosef ben Matityahu, ao se tornar cidadão romano, adotou o nome latino de Titus Flavius Josephus, com o qual escreveu vários clássicos da historiografia universal.
Ao ser aportuguesado (em português moderno), o seu nome romano só poderia ficar Tito Flávio José. Deveria, portanto, ser deste modo que nós, os lusoparlantes, teríamos de nos referir a ele ou, abreviadamente, apenas como Flávio José.
De qualquer forma, por descargo de consciência, indago a vós, infalíveis consultores, se a forma Tito Flávio Josefo e sua abreviação, Flávio Josefo, a qual é mais usual, têm cabimento no português moderno falado por nós todos.
Lembro-vos que em português hodierno temos apenas Josefa como feminino de José, o qual é o correspondente do prenome latino de origem hebraica Josephus.
Muitíssimo obrigado.
