As vírgulas e os epítetos ou apostos
Gostaria de saber se existe diferença entre aposto e epíteto.
Em um livro repleto de epítetos como «Simão, o Leproso», «Lázaro, o ressuscitado», que exercem a função de sujeito, estou enfrentando a seguinte dificuldade: devo colocar uma vírgula após os epítetos? Sinto que de qualquer forma transgrido alguma regra: se coloco a vírgula, separo sujeito de predicado; se não coloco vírgula, deixo um aposto mal pontuado e sem paralelismo.
Obrigada!
Acerca de "ênclise dupla"
Estava digitando um trabalho de geografia que meu professor pediu há umas semanas e, ao escrever, me deparei com a necessidade de colocar dois pronomes ligados a um verbo na frase «... e, em seguida, classifica-se-os em uma das eras geológicas...». Já que nunca tinha visto nenhum caso desses, gostaria de saber se eu cometi um erro e, caso não o tenha cometido, como se chama essa "ênclise dupla".
Obrigado.
Dermocosmética ou dermatocosmética
Gostaria de saber qual a forma correta: "dermocosmética", ou "dermatocosmética"?
Esta última aparece-me no dicionário da Priberam.
Obrigado pela atenção.
Sobre a palavra esquizofrénico
Quero saber mais detalhes da palavra esquizofrénico e profundidade do agravo desta doença.
Obrigada.
Sobre o aportuguesamento de release
Gostaria de saber se está correto dizer "relise" ao invés de "release" para o texto jornalístico enviado por assessorias de imprensa.
Grata.
Os substantivos colectivos e o substantivo ano
Gostaria de saber se ano pode ser considerado nome colectivo. Obrigada pela ajuda!
Conceitual e conceptual
Gostaria que me esclarecesse esta dúvida: a palavra certa é conceitual, ou conceptual? Existem as duas? Será que muda o sentido?
Mas vem de conceito, não é, e não de "concepto"?
Tenho a impressão de que os brasileiros só usam a palavra conceitual, mas queria saber qual é a regra na língua portuguesa agora com o acordo ortográfico.
Agradeço-lhe desde já.
A origem dos apelidos Estrada e Rei
Gostaria imenso de saber a origem dos meus apelidos Estrada e Rei.
Será que me podem ajudar? Agradecia imenso que satisfizessem esta minha curiosidade!
Novamente pé-de-moleque e «pé de moleque»
Após a promulgação do Acordo Ortográfico (2008), no Brasil e nos países lusófonos, observei, quanto à palavra pé de moleque, agora, grafada sem hífen, o seguinte:
(1) A palavra pé de moleque, sem hífen, portanto, seguindo as prescrições da base XVI do Acordo Ortográfico (1990), lematizada como entrada (lema) na página 964 do Dicionário Escolar da Língua Portuguesa [Como a nova ortografia da língua portuguesa] (2.ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional 2008).
(2) A palavra pé de moleque, sem hífen, portanto, seguindo as bases do Acordo Ortográfico, lematizada como subentrada na página 1453 do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa [Com a nova ortografia da língua portuguesa] (Rio de Janeiro: Instituto Houaiss de Lexicografia/Objetiva, 2009). Vale lembrar que como subentrada é classificada como locução e não substantivo masculino ou palavra composta.
(3) Na página 631 do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) [da Academia Brasileira de Letras, ABL], pé de moleque aparece sem hífen, com status de entrada, seguindo, também, as bases do Acordo Ortográfico e classificada como substantivo masculino.
As duas ocorrências, no meu entendimento, tais implicações importantes para a lexicografia e análise linguística da unidade léxica pé de moleque: a) como entrada, deve ser, morfologicamente, classificada como substantivo composto e b) como subentrada, deve ser, morfologicamente, classificada como locução nominal.
Quem tem a palavra final: O Instituto Houaiss, ou a ABL? Como trata da questão no âmbito do ensino de gramática na escola?
«Descargo de consciência» e «discar de consciência»
Posso dizer (faz sentido?) «discar de consciência»? Ou tenho de dizer «descargo de consciência»? É que costumo usar a 1.ª expressão, há um número razoável de ocorrências dela no Google, e hoje fui chamado à atenção por duas colegas de trabalho...
Obrigado.
