Sobre a conjunção correlativa nem...nem
Na frase «Nem os professores queriam chorar nem os alunos mostrar a sua tristeza» estamos perante orações coordenadas copulativas ou disjuntivas?
Obrigada.
«Ganhe um desconto de 1000€»
vs. «Ganhe um desconto até 1000€»
vs. «Ganhe um desconto até 1000€»
Gostaria de saber se é correto a utilização da preposição de na seguinte frase: «Ganhe um desconto de até 1000€».
O verbo ter, com transitivo direto
Na frase «Quantos cadernos de argolas tinham na pasta?», o verbo é transitivo direto e indireto, certo?
A regência do verbo incorporar com as preposições a e em
Gostaria de saber qual é a regência verbal do verbo incorporar, a preposição a ou em, para textos que requerem mais formalidade, como provas e relatórios. Ex: «Ele incorporará os vencimentos ao/no salário.» e «Todos foram incorporados às/nas fileiras.»
Obrigado.
«Ele era de opinião que...»
«Ele era de opinião que (ou "de que") céu cinzento e gotas de chuva nas janelas tiram o ânimo e causam melancolia.» Na frase citada, qual é a melhor regência para o termo "opinião"?
Obrigado.
Corresponder + complemento indireto
Gostaria, antes de mais, de agradecer pela ajuda por vós prestada.
A dúvida que venho colocar prende-se com a regência do verbo «corresponder» e sobre o complemento que este exige, uma vez que, na minha opinião, seleciona complemento oblíquo (pela exigência da preposição «a»). No entanto, em determinadas situações («Não correspondeu às expectativas.»/«Não correspondia ao padrão feminino.»), eu posso pronominalizar as expressões («Não lhes correspondeu.»/«Não lhe correspondia.»)
Assim, a dúvida é: nestes contextos (em que podemos pronominalizar) devemos considerar complemento oblíquo, complemento indireto ou considerar ambas as respostas corretas?
«Ela é uma de nós»
Gostaria de saber a vossa opinião sobre a seguinte questão: ontem, num programa de televisão, um apresentador disse, referindo-se a uma rapariga: «ela é uma de nós (angolanos)» e foi muito criticado nas redes sociais. Segundo as pessoas, ele (por ser homem) deveria ter dito: «ela é um de nós (angolanos)».
Pergunto: será que a frase dele está mesmo errada, sendo que ele se refere a (fala de) uma rapariga?
Um caso de predicativo do sujeito
Na frase «Ninguém está isento de contribuir para melhorar o futuro do país.», a função sintática de predicativo do sujeito é desempenhada por «isento», «isento de contribuir» ou «isento de contribuir para melhorar o futuro»?
A pronúncia do ablativo do pronome latino qui, quae, quod
Quanto ao ablativo singular do pronome relativo/interrogativo latino qui, quae, quod, sempre o pronunciei “quó”. Na expressão statu quo” oiço quase sempre a pronúncia “qúo”, o mesmo não acontecendo com o advérbio de lugar na expressão “quo vadis?”, que toda a gente pronuncia “quó”. Seria possível que me esclarecessem se a pronúncia “qúo” é um erro? Já agora, na declinação de “qui, quae, quod”, sempre pronunciei o nominativo masculino “quí” e o dativo singular “cúi”. Estarei correto?
Muito obrigado.
O verbo começar no futuro do conjuntivo
«Deixarei para estudar quando começar as aulas» ou «Deixarei para estudar quando começarem as aulas.»?
Grato antecipadamente.
