«Pouco se pode dizer»
A colocação do pronome pessoal átono na frase
«Pouco se pode dizer»
«Pouco se pode dizer»
A frase em baixo está correcta?
«Relativamente ao frio, pouco pode-se fazer.»
Ou será mais correcto:«"(...) pouco se pode fazer»?
Na minha opinião acho que as duas estão bem mas, neste contexto, gosto mais de como soa a última -- gostaria de saber a vossa opinião. (Imagino que algures na base de dados já deva existir resposta para dúvida similar -- desde já, peço desculpa.)
Obrigado e parabéns pelos 23 anos (participo pouco mas conhece-vos desde, pelo menos, 1997!)
O termo inglês scare quotes e as aspas em português
Estou a traduzir um texto do inglês que usa a expressão scare quotes, referindo-se, claro, à função que o uso das aspas cumpre no texto em questão: expressar dúvida quanto à legitimidade do uso do termo ao qual as aspas se aplicam.
Gostaria, portanto, de saber se existe alguma referência bibliográfica que contenha uma lista das várias funções das aspas, incluindo uma designação 'oficial', caso esta exista, dessas várias funções. Em suma, procuro uma tradução (que não seja uma paráfrase) para scare quotes. O objectivo é evitar uma nota do tradutor ou/e tornar a tradução deselegante.
Obrigado.
Uma construção relativa com valor instrumental: «... na alegoria, pela qual...»
«Todo o sermão está assente na alegoria, na qual se critica o comportamento errático do Homem.»
A asserção que acabei de mencionar está gramatical ou para o ser teria de ser «Todo o sermão está assente na alegoria, através da qual se critica o comportamento errático do Homem»?
Creio que será mais correta a segunda opção, mas não tenho bem a certeza.
Obrigado pela ajuda
Anulação e anulamento
Sendo as palavras anulação e anulamento sinónimas, em que situações poderá ser preferível a utilização de uma ou da outra?
No contexto da matemática, a palavra anulamento está consagrada numa situação muito específica: a da «lei do anulamento do produto». Fora desse contexto, fico sempre indeciso...
Obrigado pelo vosso trabalho.
«Hoje apetece-me comer peixe»
«Hoje apetece-me comer peixe.»
Nessa frase o pronome há de estar antes ou depois do verbo? Na minha opinião acho que deve estar antes, pois temos um advérbio e não há vírgula.
Escrevo-lhe porque encontrei essa frase em um texto ( escrito por um português) e deixou-me confusa. Qual é a forma correta?
Também gostava de saber se há uma gramática que trate esse tema detalhadamente, pois tenho muita curiosidade.
Obrigada.
A grafia e a origem do nome sisa
Qual o significado da palavra "siza". Eu a encontrei em um texto escrito na década de 1870, na seguinte frase: «...a meia siza foi recolhida...»
A análise interna do nome próprio «Invasões Francesas»
Como classificamos as palavras «Invasões Francesas», nome próprio ou nome comum + adjetivo qualificativo?
Sobre a frase «... são necessários delicadeza e conhecimento,
inteligência e desassombro em dose máxima»
inteligência e desassombro em dose máxima»
Na frase «Para abordar o assunto do domínio da língua portuguesa sobre os povos, são necessários delicadeza e conhecimento, inteligência e desassombro em dose máxima», qual o valor aspetual e modal presentes?
O topónimo Casal de/do Malta (Marinha Grande, Leiria)
Na cidade da Marinha Grande existe uma localidade que surge com duas grafias diferentes: "Casal de Malta" e "Casal do Malta".
Há uns dias alguém justificava o uso de "Casal de Malta" com uma suposta ligação à ordem de Malta. A oralidade dos naturais muitas vezes torna imperceptível a distinção entre o "do" e o "da".
Conseguem ajudar-me nesta questão?
A função sintática de «de sombras»
na frase «Cobrir-lhe a memória de sombras»
na frase «Cobrir-lhe a memória de sombras»
Gostaria que me elucidassem sobre a função sintática do constituinte «de sombras» na expressão «lançado sobre o túmulo a cobrir-lhe a memória de sombras». Estou em dúvida entre complemento oblíquo e complemento do nome.
Muito agradecida pela atenção.
