DÚVIDAS

Infinitivo flexionado: «... serem tomadas»
Achei muito valiosas as explicações que encontrei neste ‘site’ a respeito da flexão ou não do infinitivo dos verbos. Entendi as regras, quanto ao verbo ter ou não sujeito próprio e também que é uma regra prática para se flexionar o infinitivo que ele possa ser desenvolvido em forma finita do subjuntivo. Porém, peço-lhes auxílio em uma frase. Qual a maneira correta: "As próximas medidas a ser tomadas" ou "As próximas medidas a serem tomadas"? Nestas frases, o sujeito do verbo ser é "as próximas medidas", mas temos o emprego da preposição "a" ... E agora? Obrigado.
Jeropiga, de novo
Contrariando o vosso excelente glossário de erros, parece mesmo que geropiga existe (ou existiu...) de acordo com Camilo C. B. no seu "Vinho do Porto", que se debruça precisamente sobre esta polémica. Então (segundo o "Dicionário de Português de Constâncio") Jeropiga seria uma bebida medicinal, ajuda ou clister, enquanto Geropiga era o licor do mosto (pag. 27, ed. Frenesi). E agora? PS – Muitos parabéns pelo vosso trabalho!!!
Vogais: pronúncia
Li que as seguintes vogais formam sons diferentes, incluindo os sons tónicos e átonos. Aqui vão: A: página altivo papá ama antigo ânfora E: véspera notável pêra nave vento véspera I: tímido pálido funil? simpático zinco O: avó futebol avô ontologia ditongo U: último mulato cúmplice umbigo Semivogais: pai pau pão pães O que perfaz um total de 29 ou 30 sons dependendo se o "I" em "funil" ficaria nesta classificacão ou não. Se a língua portuguesa tem assim tantos sons vocais, porque é que não são aceites nas nossas gramáticas, uma vez que o máximo de vogais diferentes que consigo encontrar na mesma gramática são 16. Há línguas que, ao menor timbre vocal, o som é reconhecido diferente. Parece que na língua portuguesa não há interesse para essas diferenças. Porque será? Obrigado.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa