Em relação a palavrona
O aumentativo e o diminutivo das palavras em alguns casos são muito controversos.
O que consideram correcto em relação a "palavrona" como aumentativo de palavra? Eu considero correcto "palavrão", mas fico em dúvida em relação à primeira.
A origem da expressão «deixar correr o marfim»
Qual a origem da expressão «deixar correr o marfim»?
O significado de prestidigitação
Gostaria de saber o significado da palavra "prestigitação".
Obrigado.
Expressamente
Agradeço o esclarecimento brilhante que me deram acerca das palavras "Express" e "expresso" mas ainda permanece uma dúvida no meu espírito. É a seguinte: a palavra "expressamente" significa "exclusivamente" ou "de forma escrita"? É que surgiu uma dúvida na interpretação da seguinte frase: "...áreas expressamente destinadas a fumadores".Ver ponto 2 do artigo 2º do Decreto-Lei nº226/83 de 27 de Maio. É que, como reconhecerá concerteza, consoante a interpretação que se dá à palavra "expressamente" assim a frase assume diferentes significados. Por exemplo, se pela palavra "expressamente" se entender "de forma escrita" então a referida área poderá servir tanto a fumadores como a não fumadores sendo estes últimos obrigados a serem fumadores passivos contrariando o espírito da Lei e do Decreto referido quando afirma a "Proibição de Fumar (nos referidos) Locais". Se pelo contrário se atribuir à palavra "expressamente" o significado de "exclusivamente", nesse caso a referida área será escolhida de entre as salas ou espaços alternativos de tal forma que os não fumadores não sejam obrigados a entrar nem a respirar o fumo do tabaco, como é lógico, porque o fumo do tabaco, como qualquer consumo, só interessa a quem o consome, minimizando-se o mais possível os riscos para os não fumadores, cuja saúde é assim salvaguardada, pelo menos do fumo do tabaco. É devido a estas diferentes interpretações que solicito a vossa intervenção de especialistas da Língua portuguesa para resolverem de vez este assunto que já se arrasta há 15 anos (fez no passado dia 27 de Maio!). Muito Obrigado.
Regência do verbo preservar
Existe diferença entre:— «Preservar do mundo, da apostasia e das falsas doutrinas»e— «Preservar no mundo, na apostasia e nas falsas doutrinas»?«Preservar do» e «preservar no» são iguais, ou existem diferenças?Obrigada pela resposta.
Acento grave
Gostaria de saber em que situações é usado o acento grave.
Quantificadores indefinidos
A TLEBS dá como exemplos de quantificadores indefinidos: – «algum»/«alguns»; «bastantes»; «certo(s)»; «outro(s)»; «pouco(s)»; «tanto(s)»; «vário(s)»/«vária(s)». Gostaria de saber se «bastante» também se considera um quantificador indefinido, uma vez que todos os exemplos dados apresentam a flexão no singular, à excepção de «bastantes». Gostaria também de saber se «nenhum», «inúmeros(as)», «diversos(as)», «centenas» e «milhares» podem ser considerados quantificadores indefinidos. Para além disto, a consulta do dicionário gerou uma outra dúvida: é que «vário» e «vária» são classificados como adjectivos (só no plural é possível a sua classificação enquanto quantificadores indefinidos). Afinal, o que está correcto? Agradeço antecipadamente a vossa atenção.
Linguística, com acento vs. linguista, sem acento
Por que motivo linguista não leva acento, e linguística leva?
Coinfeção, coautoria e autoimune
Tenho algumas dúvidas em relação a algumas palavras no novo acordo ortográfico. Assim, as minhas dúvidas são: co-infeção ou coinfeção, co-autoria ou coautoria, auto-imune ou autoimune (esta já não relativa ao prefixo co, mas ao prefixo auto que me parece, a mim, leiga, na mesma condição).
Desde já, obrigada pela ajuda.
«De nada, obrigado»
Gostava de saber se para retribuir um agradecimento pode ser usada a expressão «do nada, obrigado». A minha dúvida refere-se ao «do nada, obrigado». Está correcto o uso desta expressão?
