O uso de estónia e estoniana
Qual a denominação mais correcta da moeda da Estónia? O Banco de Portugal utiliza «coroa estoniana», mas o adjectivo mais frequentemente utilizado para designar algo relativo à Estónia parece ser “estónia”/”o”?
Desde já agradeço este esclarecimento. Com os melhores cumprimentos,
Película e livreco
Película e livreco são diminutivos?
A palavra essente (filosofia)
Muito obrigado pelo que têm feito pela língua portuguesa. Passo à pergunta:
Encontrei a palavra "essente" num poema de Vitorino Nemésio; não a encontro nos vários dicionários que compulsei nem no recente Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, 5.ª edição, da Academia Brasileira de Letras. Qual o significado da palavra? Tratar-se-á do adjetivo relativo a essência?
Espero que a minha ortografia respeite, sem grandes erros, o Acordo de 1990!
Grato.
A diferença entre sessão e reunião
Nos regimentos que regulam o modo de funcionamento das assembleias municipais ou de freguesia, leio: «os membros que faltarem a duas sessões seguidas ou quatro reuniões alternadas perdem o mandato.»
Qual a diferença, neste caso, entre sessão e reunião?
Obrigado.
Banca de advogados
A propósito de uma antiga resposta do Prof. Rui Pinto Duarte. Diz-se que coletivo de advogado é banca, mas por banca entendo o próprio escritório advocatício, ou, por extensão, a clientela de um ou mais advogados. Não é assim? Obrigada.
Usos do gerúndio
Sou espanhol e estudo português no meu tempo livre. Tenho duas perguntas a respeito do uso do gerúndio em português:
A primeira é se é correcto o uso do gerúndio quando tem valor de posterioridade em relação à oração principal; por exemplo:
O avião despenhou-se, morrendo todos os passageiros.
Tenho lido várias opiniões, contra este uso, de filólogos brasileiros, já que dizem que o gerúndio somente pode exprimir anterioridade ou simultaneidade. Até um dos colaboradores neste sítio, Dr. D' Silvas Filho, censura este uso no livro "Prontuário: erros corrigidos de português", da Texto Editora.
Em espanhol, este uso também se censura por galicismo (mesmo já tem um nome: "gerundio de posterioridad") e o mesmo noutra língua como o catalão.
Mas a minha dúvida provém do que li no livro "Prontuário ortográfico e guia da língua portuguesa", da Editorial Notícias, em que pode ler-se:
...A forma simples pode também representar um processo anterior ou posterior ao processo representado na oração finita: "dizendo isto, correu em direcção à porta; entrou na sala, pondo tudo em alvoroço..."
A dúvida é: quem tem razão ou é errado? Ou sou eu errado?
A segunda pergunta tem que ver com o uso do gerúndio em orações em que o gerúndio acompanha e complementa o objecto directo:
Enviou uma carta "exprimindo" as razões da sua demissão.
Amanhã publicar-se-á um decreto regulando a exportação de vinhos.
Não é melhor: "Enviou uma carta em que exprimia..." ou "...um decreto em que/para regula-se/regular a exportação..."
Também em espanhol é errado este uso e que parece influência do inglês (sobretudo em traduções), língua em que é normal este tipo de frases, mas forçadas para línguas como o espanhol e, na minha humilde opinião, para o português.
Espero a sua resposta. Muito obrigado e desculpas pelos possíveis erros.
Anti-nome próprio
A vossa resposta a Rui Ramos é muito abrangente, mas apresenta mais dúvidas que orientações. Continuo sem saber como hei-de escrever: anti-Guterres ou antiguterres?
Estaremos enviando / estaremos participando
Atualmente / actualmente no Brasil tem sido comum este uso (futuro do gerúndio?). Com certeza está errado mas não tenho encontrado uma explicação convincente aos meus alunos. A maioria deles já saiu da escola há muito tempo e detestam estudar normas complicadas. Seria possível uma resposta prática?
Obrigada.
A regência de esbarrar (com, contra)
«Esbarrar com» ou «esbarrar contra»?
As sílabas das vogais consecutivas
Tendo consultado este vosso site deparei-me com estas dúvidas:
A palavra polícia divide-se em sílabas: po-lí-ci-a, e a translineação é po-lí-cia, certo?
Contudo, a palavra aquário a sua divisão silábica é: a-quá-rio, e a translineação é aquá-rio.
Por que razão polícia se divide po-lí-ci-a, e em aquário o -rio não é dividido?
