A definição de semântica frásica
Gostaria de saber quais são os aspectos que deverão ser focados no que se refere ao valor semântico da estrutura frásica. Desde já os meus sinceros agradecimentos.
A distinção entre sinérgico e sinergista
Agradeço que me clarifiquem sobre a distinção entre sinérgico(a) e sinergista, bem como a possibilidade da existência de dois advérbios decorrentes: sinergicamente e sinergisticamente.
Muito obrigado desde já pela vossa ajuda.
Príncipe encantado
Quais a origem e o significado da expressão «príncipe encantado», encontrada nos contos de fadas? Por que em algumas línguas, como o italiano, é chamado de «príncipe azul»? Já no inglês, é «prince charming» e, no francês, «prince charmant».
Obrigado.
O significado de indentação
Qual é a grafia correta para marcas deixadas por dentes sobre uma superfície? “indentação” ou “edentação”?
Os neologismos desreconhecer e desreconhecimento
Nenhum dos dicionários de língua portuguesa que consultei ― Porto Editora, Houaiss, Texto Universal, Lello, Aurélio, Academia das Ciências, Priberam ― inclui o verbo «desreconhecer», utilizado no domínio económico com referência a ativos financeiros, ou na esfera política, indicando a retirada da legitimidade ou reconhecimento político de um partido, sindicato, organização ou Estado. Será que existe tal termo, ou tratar-se-á de um anglicismo ― «derecognise/derecognize» ― ainda não dicionarizado?
A fórmula de agradecimento «bem haja(m)»
Qual a forma correta de escrever a seguinte expressão?
«Bem haja a todos», ou «Bem hajam a todos»?
A pontuação de «ai, meu Deus!»
«"Ai, meu Deus!", pensou ela, já um tanto ansiosa.»
Na frase acima, está correto o uso da vírgula depois de «Ai»? E o ponto de exclamação também é de rigor?
Obrigado.
O Português que se fala no Brasil
Sou do Porto e estudo tradução de alemão. Neste curso, tenho a disciplina de língua portuguesa onde falamos da questão do português do Brasil. A minha pergunta é se se pode dizer que no Brasil fala-se "mal" o português e se ele se se pode vir a tornar numa língua independente da de Portugal. Agradeço a atenção.
Arriscar e arriscar-se
O verbo arriscar, quando usado pronominalmente, rege a preposição a? Ou seja, podemos considerar correctas as seguintes construções:
— «arriscamos, pois, dizer que este entendimento é consensual»;
— «arriscamo-nos, pois, a dizer que este entendimento é consensual»?
Sendo arriscar(-se) transitivo, na primeira frase o complemento directo é «dizer»; já na segunda frase o complemento directo é o pronome pessoal, razão por que se entende, depois, a necessidade da preposição. Estarei a fazer o raciocínio correcto?
Como: conjunção com valor de comparação,
ou advérbio relativo?
ou advérbio relativo?
Ainda a propósito da resposta Classificação da estrutura «como sendo», não poderá entender-se que «como sendo» tem um valor relativo (referindo-se ao «guião pedagógico»)? Fundamento esta interpretação com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa: a entrada como encaminha-nos para a entrada advérbio («advérbio relativo»), onde, com efeito, aparecem os advérbios onde e como a introduzir orações relativas. Neste sentido, não podemos aceitar que, na expressão em questão [«A professora Luísa está a falar do guião pedagógico como sendo algo de que precisam agora»], «como» introduz uma oração relativa, equivalendo o «como sendo» a «que era»? Na verdade, tenho dificuldade em entender a «conjunção com valor de comparação hipotética ou subjetiva» nesta frase, uma vez que o guião era algo de que efetivamente iam necessitar naquele momento.
