A grafia de Melchior e Baltasar (reis magos)
Em português, qual a correta grafia dos nomes de dois dos reis magos: "Belchior", ou "Belquior", ou "Melchior", ou ainda "Melquior"; "Baltazar", ou "Baltasar"? No caso de serem corretas as formas com ch, este vale /x/ ou /k/? A do terceiro, Gaspar, não suscita dúvidas.
Muitíssimo obrigado.
A diferença entre êxodo e migração
Qual a diferença entre êxodo e migração?
Muito obrigado.
Os verbos enganar e agradecer
«A médico, confessor e letrado, nunca enganes»;
«A médico, confessor e letrado, nunca agradeças».
No primeiro caso, estaremos na presença de um complemento directo e, no segundo, de um complemento indirecto, é verdade?
Ou seja, entre enganá-LOS e agradecer-LHES há uma diferença que importa: é que se agradece sempre qualquer coisa (que será um complemento directo, ainda que implicitamente). Em "agradecê-LO", aí, sim, poderíamos observar um C. D.
Poderei fazer este raciocínio e explicá-lo desta forma?
Grata.
As conjunções e e nem
«Não! Não era a ansiedade demolidora o que ele queria; muito menos o ardor vil pelas curvas crescentes de lucratividade e (nem) o papel de mera peça descartável de uma gigantesca máquina de produção.»
Na frase acima é melhor empregar e, ou nem?
Obrigado.
Porque e por que, como sempre
Numa das cartas ao director, no jornal O Público de 30 de Janeiro, um leitor, num texto intitulado "Péssimo português", insurge-se contra a forma como aparece escrito o título “Porque errou o patriarca” e, logo a seguir, contra um artigo, escrito por «um professor que não quer ser avaliado» (percebendo ele bem a razão por que não quer), "Porque não entregarei os objectivos individuais”.
O jornalista apressou-se a dar «toda a razão» ao leitor, pedindo «desculpas pelo erro». O professor ainda não respondeu.
O que é certo é que, no dia 1 de Fevereiro, talvez sob a influência dos ensinamentos do referido leitor (mesmo entendendo que os exemplos não são perfeitamente equivalentes), no mesmo jornal e na revista Pública, surgem estes dois títulos: “Por que é que ainda não temos televisão a cores” (pág. 38 do jornal) e “Por que é que juntar uma maçã a um conjunto de frutos ainda verdes acelera o seu amadurecimento?” (pág. 47 da revista)
Voltei a consultar o Ciberdúvidas, algumas gramáticas e alguns prontuários e considero que o senhor em questão não tem razão em ser tão peremptório. Queiram esclarecer-me, mais uma vez, por favor.
Agradecendo, desde já, a vossa disponibilidade, subscrevo-me atenciosamente,
Índice temático e sufixo flexional
Gostaria de saber se o índice temático pode ser simultaneamente sufixo de flexão. Fiquei com esta dúvida após verificar alguns exercícios no manual adotado na minha escola, da autoria de uma especialista em linguística. Se os sufixos flexionais marcam a flexão das palavras (e sabemos que os nomes e adjetivos flexionam em género, número e grau), o que eu pergunto é se na palavra gata o -a é também sufixo flexional, uma vez que marca a flexão em género da palavra, tal como surge no meu manual.
Precariedade e não “precaridade”
Continuo a ouvir os jornalistas da rádio e da televisão (e, não raro, até vejo nos jornais!) esse erro da “precaridade”. Peço, por isso, de novo a intervenção de quem existe para tirar dúvidas a quem, está visto parece não as ter!...
A utilização do campo de futebol como medida
Uma vez que o campo de futebol se tornou medida-padrão, todos os dias ouço: «equivalente a 1, 2... campos de futebol.» Tentei saber exatamente essa medida, foi-me dito que nem todos têm a mesma medida. Como posso então saber as medidas das coisas que se noticiam?
Travessão seguido de vírgula
Tenho verificado, ultimamente, o uso abusivo da vírgula em seguida do travessão. Isso é correto?
Regulado e regulamentado
Será correcta a utilização do vocábulo regulado em «regulado por normativo», «regulado por decreto-lei»? É que regulado é aquele que provém de régulo, sobado... Não será preferível o uso do termo regulamentado? Ou é precisamente a mesma coisa?
