O galicismo “griffe”
Gostaria de saber a aplicação correcta da palavra "griffes". Bem-haja para toda a equipa pelo excelente trabalho que fazem.
Seu e dele
Entendo a diferença entre seu e dele, mas fico muito confuso na utilização de um ou de outro, no sentido em que acabo por usá-los no mesmo texto, por vezes na mesma frase. É isto correto?
Poderei referir-me no mesmo texto a uma mesma pessoa por vezes com dele, por vezes com seu, conforme me soar melhor?
Por exemplo, posso dizer em determinado passo «Um carro excelente, o dele» e mais à frente «anotou no seu diário», referindo-se estes passos à mesma pessoa? É que neste caso soa-me mesmo melhor o «dele» no primeiro caso, e o «seu» no segundo. É isto aceitável?
Obrigado.
O significado da expressão «canteiro de obras»
Gostaria de saber exactamente o significado da expressão brasileira «canteiro de obras», uma vez que num dos dicionários online que consultei significa construção para guarda de material e noutro o espaço envolvente de uma obra.
Muito obrigado.
Privilégio / privilegiar
Como se escreve o verbo que dá origem ao substantivo privilégio? É "privilégio", "previlégio", e é "priveligiar" ou "previligiar" ou "privelegiar" ou "priviligiar"? Estou com imensas dúvidas quanto a esta palavra e agradeço confirmação!
Bem-vindo
«Benvindo» e «bem-vindo».
O antónimo de avarento
Qual o antónimo de avarento? Muito obrigado.
O superlativo de brincalhão, de guloso de comilão e de assustador
Como é que se variam estes adjetivos no grau superlativo absoluto sintético?
Brincalhão, guloso, comilão e assustador.
Quezia, filha de Job
Minha filha irá nascer daqui a um mês e estou com uma dúvida a respeito do nome que eu escolhi: O correto é Késia, com s, ou Kézia, com z?
Obrigada, estou no aguardo da resposta.
Doutor: etimologia
Gostaria de ser esclarecido sobre a origem e evolução do termo doutor na cultura portuguesa.
Porque será que alguns Santos são doutores? Doctor angelicus, se não me engano, como é conhecido S. Tomás...
A regência de equivalente
Será correcto dizer-se que uma coisa é «equivalente de outra» (por exemplo, «como se [os novos] fossem equivalentes dos antigos»), ou diz-se sempre «equivalente a» (e neste caso seria «como se [os novos] fossem equivalentes aos antigos»)?
Grata pela atenção.
