A 2.ª pessoa do plural dos verbos: «Vós fizestes»
No programa Cuidado com a Língua que foi para o ar no dia 18 de Maio (se não estou em erro), na secção em que alertam para erros verificados em publicidade e afins, referiram, a propósito do DVD Sei o Que Fizestes no Verão Passado, que a expressão "fizestes" não pode ser utilizada «nunca, jamais, em tempo algum». Mas então... como se conjuga a 2.ª pessoa do plural do verbo fazer no pretérito perfeito? Não é «vós fizestes»? Ora, quem profere este título é o misterioso assassino, dirigindo-se a um grupo de jovens: eu sei o que (vós, jovens) fizestes o Verão passado! Incorrecto seria o muito comum "fizestéis"! Ou será que está algo a falhar no meu raciocínio (o que admito desde já)?
Divisão de uma frase em orações
Gostaria de saber com exactidão, se for possível, como é que se divide uma frase em orações, e, consequentemente, a necessária a nomeação do: - Sujeito; - Predicado; - Complementos directo e indirecto; - Complementos circunstanciais de: tempo, modo e lugar (não me lembro de mais nenhum!) Em geral, gostaria que me desse uma visão, o mais possível alargada, em relação a este conceito... P.S. Já agora, se não se importa, ficar-lhe-ia muito grato se me pudesse fazer uma correcção, em termos de pontuação, ao texto por mim escrito. Muito Obrigado
A diferença entre rir e sorrir
Gostaria de saber se existe — deve existir certamente — alguma diferença entre sorrir (do verbo latino subrideo) e rir (do verbo latino rideo).
Obrigado pela vossa explicação.
Colocação do "se" reflexo (de novo)
Já li algumas respostas anteriores sobre este tema. No entanto, continuo com dúvidas na seguinte frase e não sei o que está correcto no português de Portugal: «este “site” ainda encontra-se em construção» ou «este “site” ainda se encontra em construção». Já tive várias explicações. Uma delas é que na escrita, a colocação do "se" é depois do verbo, enquanto que oralmente coloca-se antes do verbo. Além disso, também já me disseram que a utilização do advérbio também pode alterar a colocação do "se". Agradeço desde já a vossa explicação.
As regências de enviar e preparação
Gostaria que me esclarecessem a dúvida a respeito da regência do verbo enviar e do substantivo preparação.
Diz-se: «Enviei algumas intenções para o Santuário X», ou «ao Santuário X»? Pois já li ambas as possibilidades.
O mesmo se refere ao substantivo preparação. Quando poderei dizer «preparação de» e «preparação para»?
Sobre a expressão «atender a demanda»
Sempre me questiono sobre o uso da crase na expressão «atender a demanda». Esse a deve ser com ou sem crase?
Quanto à regência do verbo atender, quando se refere a solicitações, pedidos, sugestões, intimações etc., é verbo transitivo indireto, e no sentido de atendimento a pessoas, cidade, região, verbo transitivo direto. Já me disseram que o uso ou não da crase nessa expressão está correto, mas sempre fico na dúvida, se demanda se refere a quantidade ou procura, como, por exemplo, em frases do tipo «a cidade não consegue atender a/à demanda», «o posto de saúde não atende a/à demanda da região», «a empresa não atende à/a demanda de serviços», entre muitas outras.
Ficarei imensamente grata pela explicação sobre essa "expressão".
A origem da expressão «de pequenino é que se torce o pepino»
Qual a origem da expressão «de pequenino é que se torce o pepino»?
Substitui-los/substituí-los
Substituí-los ou substitui-los? Deve ou não acentuar-se?
O significado de «nó cego»
Em linguagem futebolística, o que significa «levar um nó cego»? Agradeço a vossa clarificação.
Ainda sobre as consoantes mudas
É comum (ao menos no Brasil) chamarem-se «consoantes mudas» àquelas não seguidas de vogal, como o p da palavra helicóptero.
Porém, [...] fui alertado para o fato de que consoantes mudas são aquelas que não são pronunciadas, com o c da palavra facto no português europeu. Daí me veio uma dúvida: que nome se dá a consoantes como o p de helicóptero ou o c de caracterizar?
Ou seja, consoantes que são efetivamente pronunciadas.
